Mostrar mensagens com a etiqueta 2016. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta 2016. Mostrar todas as mensagens

segunda-feira, abril 04, 2016

Experiências com EBRU

Penso que exagerei um bom bocado, mas já tinha a mancha vermelha, previamente feita e era a unica coisa que tinha comigo quando fui tomar café ao Cais da Sardinha e me «plantei» a olhar para o Forte de São Brás.

(Pilot G-tec-C4, e aguarela sobre Ebru)                                                                                                                                       | «in situ» |
Hoje, nas Portas do Mar (em Ponta Delgada), atracou um barco estranhíssimo, um barco de carga em alto mar... amarelo e laranja saturado, com 98m de comprimento e 22m de boca. A sua tonelagem bruta é 6643 ton, o barco é, realmente, muito alto. A zona das esplanadas parece ter sido «engolida» com presença do EDDA F JORD.
(Pilot G-tec-C4, e aguarela sobre Ebru)                                                                                                                                            | «in situ» |

sábado, abril 02, 2016

CADERNO AZUL | sequência



Tentei estabelecer uma ligação com o registo anterior, através do céu (da Caloura) com a cadeira onde o Felini dorme refastelado.

(Zig Millenium, 0.5, Pentel FP10, Faber-Castell Pitt artist pen white 101***, Watercolour pencils-Derwent e Pentel color brush)        | «in situ» |

quinta-feira, março 31, 2016

Caderno azul | Caloura

A chuva não retira beleza à Caloura... cada recanto é um recanto. No bar da Caloura, sobre o calhau (à beira -mar) avista-se uma pequena  casa de arquitetura contemporânea e revestida a aço Corten. Observo-a com grande interesse...

(Zig Millenium, 0.5, Pentel FP10, Faber-Castell Pitt artist pen white 101***, Watercolour pencils-Derwent e Pentel color brush)        | «in situ» |

Caderno azul | resistência



 O meu filho é notívago, por ele - em férias - não se dormia, estava lindo estava.

(Zig Millenium, 0.5, Pentel FP10, Faber-Castell Pitt artist pen white 101***, Watercolour pencils-Derwent e posca)                | «in situ» |

quarta-feira, março 30, 2016

Caderno azul | reuniões

As reuniões são um bom pretexto para -aparentemente- estar distraída... desenhando o que ocorre.

(Zig Millenium, 0.5, Pentel FP10, Faber-Castell Pitt artist pen white 101***, Watercolour pencils-Derwent e posca)                | «in situ» |

quarta-feira, março 23, 2016

Caderno azul | Lazeira I e II


«Lazeira» de sexta-feira à noite... por vezes é o que apetece...

(Pilot G-tec-C4, marcadores windsor & Newton, Amsterdam e Giotto decor materiais)                                                                     | «in situ» |




Um sobre o outro ... no fazer e no sitio também (mas...em tempos distintos daí a divergência da escala), dois grandes dorminhocos.

(Pilot G-tec-C4, marcadores windsor & Newton, Amsterdam e Giotto decor materiais)                                                                          | «in situ» |


100 PÁGINAS que crescem comigo | pág. 40 e 41 | fim de semana


Os fins de semana no Nordeste são pacatos e relaxantes, evitamos a TV, os gadgets do dia a dia, apanhamos ervas daninhas e fartamo-nos de desenhar nas 100 PÁGINAS que crescem comigo  e noutros suportes... 

(Zig Millenium, 0.5, Pentel FP10, Faber-Castell Pitt artist pen white 101***, Watercolour pencils-Derwent e posca)                            | «in situ» |



domingo, março 20, 2016

100 PÁGINAS que crescem comigo | págs. 44 e 45

Novamente... com vista para a serra só que desta vez nas 100 PÁGINAS que crescem comigo misturei uma série de materiais, e não correu muito bem mas... gostei da experiência.

(Zig Millenium, 0.5, Pentel FP10, Faber-Castell Pitt artist pen white 101***,  amsterdam acrilic maker, lápis de cera aguarelável e posca)      | «in situ» |

quarta-feira, março 16, 2016

100 PÁGINAS que crescem comigo | pág. 50 e 51 | saudade

As 100 PÁGINAS que crescem comigo  acompanharam-me à praia Grande (das Milicias) e mesmo de costas voltadas para o mar senti saudades do Verão. 

(Zig Millenium, 0.5, Pentel FP10, Faber-Castell Pitt artist pen white 101***, Watercolour pencils-Derwent e posca)                            | «in situ» |

domingo, março 13, 2016

100 PÁGINAS que crescem comigo | pág. 38 e 39 | espera

Sexta-feira, à porta do Colégio e de 100 PÁGINAS que crescem comigo  no bolso, faço justiça ao tempo de espera enquanto as aulas não terminam... dalí vamos a correr para o Conservatório... e lá, até pode ser que me apeteça fazer mais um desenho...

(Zig Millenium, 0.5, Graphik line maker 0.05, amsterdam acrilic maker e posca)                                                                                | «in situ» |

sábado, março 12, 2016

100 PÁGINAS que crescem comigo | págs. 54 e 55 /48 e 49 | GD A

Uma forma de tornar o «suplicio» das avaliações sumativas (de GD A e até de Desenho) menos aborrecidas e rotineiras é escrevê-las, registá-las nas 100 PÁGINAS que crescem comigo ...  e respondo a uma ou outra dúvida que me é colocada... 
Há sempre quem desista da disciplina e aproveite para desenhar livremente. Para mim também é um bom treino, tenho pessoas ali pousando descontraidamente para eu as colocar aqui nestas páginas.

(Zig Millenium, 0.5, Graphik line maker 0.05, amsterdam acrilic maker e posca)                                                                               | «in situ» |

terça-feira, março 08, 2016

Poda rolada | desafio_64 USK

Vêm-se, com frequência, árvores desfiguradas com cortes nos ramos de maior diâmetro, mostrando apenas alguns cotos, ou pernadas estruturais muito reduzidas e em alguns casos só mesmo o tronco, abaixo da copa. Ao contrário do que se pensa, estas podas - severas (ou Podas de Rolagem) - colocam as árvores em perigo. "Quando se fazem rolagens, as raízes que recebem os nutrientes das folhas começam a enfraquecer, tornando mais fácil a instalações de agentes que provocam apodrecimentos, que causam grande quantidade de doenças e, em algumas das situações, são comuns e visíveis fungos na base do troncos. Após uma operação traumática destas, as árvores têm tendência a repor a copa inicial, pelo que a sua rebentação será intensa e em poucos anos retomará o volume que tinha e de uma forma desorganizada e muito mais densa, não resolvendo, assim, o motivo porque geralmente se recorre a esta supressão da copa. Uma árvore rolada é uma árvore desfigurada, enfraquecida, em risco de queda  e que perde valor patrimonial... mesmo que volte a repor o volume de copa inicial, ela nunca mais voltará a ter a mesma beleza e naturalidade características da espécie".  


(Marcadores Posca, Amsterdam e grafite sobre Ebru)                                                                                                    | desafio_64 | USK |

100 PÁGINAS que crescem comigo | pág. 52 e 53 | Garças...

Isto é o que gosto mesmo -mesmo- de fazer: 100 PÁGINAS que crescem comigo. Esperava eu que me aparecesse alguém no apoio de GD A, no gabinete das Artes Visuais, e esperavam ali, também, umas Garças (empalhadas/ embalsamadas) por alguém que as desenhasse, nem hesitei em dar nova morada às casas... confesso que nestas ocasiões desejo, intimamente, que se atrasem um bocadinho e neste caso... ahhh, tive de dar cor mais tarde. Tinha o amarelo à mão e ainda bem!!

(Zig Millenium, 0.5, Graphik line maker 0.05 e amsterdam acrilic maker)                                                                               | «in situ» |

domingo, março 06, 2016

Sete Cidades

Fui passear às Sete Cidades, a aproximação mostrou-se pacífica, fresca mas... pacífica. Não revelando a quantidade de pessoas que por lá se «escondia». O turismo é bom para a economia e dinâmica locais, mas implica um entupimento de alguns dos meus sítios «de estimação» que num instante tornaram-se «de moda» ou - talvez- mais apelativos...


E... finalmente encontrei sossego num recanto da Lagoa, junto ao Túnel. O solo à volta da Lagoa das Sete Cidades é poroso e permite o escoamento das águas através do basalto. Todavia, não sendo suficiente foi construído - em 1937 - um túnel que garante a estabilidade do nível da água. Antes, a ligação aos Mosteiros podia fazer-se através desta travessia...


(Pilot G-tec-C4, aguarela e frafite)                                                                                                                       |mais aqui: «in situ» |


quinta-feira, março 03, 2016

Furnas






Além da Lagoa e das Fumarolas (caldeiras) o Vale das Furnas é conhecido pelas suas águas termais e nascentes naturais... «há quem diga que a sua maior riqueza é a diversidade das águas minerais e termais das nascentes, sendo considerada a maior hidrópole do mundo».

(Grafite, aguarela e tinta da china)                                                                                                                                                         | «in situ» |

sábado, fevereiro 27, 2016

100 PÁGINAS que crescem comigo| págs. 42 e 43|

De volta à sala 16s com o caderno da série: 100 PÁGINAS que crescem comigo. Os momentos de avaliação prestam-se a pousar para mim.
(Pilot G-tec-C4, marcadores Posca, windsor & Newton e Amsterdam)                                                                                         | «in situ» |

quarta-feira, fevereiro 24, 2016

100 PÁGINAS que crescem comigo | pág.46 e 47 | Sete Cidades

À beira  da Lagoa das Sete Cidades experimentei no caderno da série: 100 PÁGINAS que crescem comigo os meus lápis de cera aguareláveis e os marcadores acrílicos...
...uma combinação densa que me permite tapar manchas gráficas previamente existentes.

(Caneta caligráfica EF, marcador Posca, marcador acrilico Amsterdam e lápis de cera aguarelável)                                                «in situ» |

Sete Cidades



O Inverno tem sido rigoroso e a Lagoa das Sete Cidades aumentou muito o nível da água... as margens parecem as de um pantano e as árvores ficaram alagadas. O «postal», além de estranho é, ao mesmo tempo, muito bonito...

(Grafiite, aguarela e lápis de cor )                                                                                                                                        «in situ» |

segunda-feira, fevereiro 22, 2016

100 PÁGINAS que crescem comigo | págs. 36 e 37

Vou intercalando as publicações do meu caderno atual com a série: 100 PÁGINAS que crescem comigo. As idas ao Hospital podem ser muito demoradas, não foi o caso. Mal tive tempo para me sentar... ainda bem.

(Caneta caligráfica EF, marcador Posca e marcador acrilico Amsterdam)                                                                                | «in situ» |


quinta-feira, fevereiro 18, 2016

Teoria das Cores

Teoria das Cores

Herberto Helder

Era uma vez um pintor que tinha um aquário com um peixe vermelho. Vivia o peixe tranquilamente acompanhado pela sua cor vermelha até que principiou a tornar-se negro a partir de dentro, um nó preto atrás de uma cor encarnada. O nó desenvolvia-se alastrando e tomando conta de todo o peixe. Por fora do aquário o pintor assistia surpreendido ao aparecimento do novo peixe.

O problema do artista era que, obrigado a interromper o quadro, onde estava a chegar o vermelho do peixe, não sabia que fazer da cor preta que ele agora lhe ensinava. Os elementos do problema constituíam-se na observação dos factos e punham-se por esta ordem: peixe, vermelho, pintor – sendo o vermelho o nexo entre o peixe e o quadro através do pintor. O preto formava a insídia do real e abria um abismo na primitiva fidelidade do pintor.

Ao meditar sobre as razões da mudança exactamente que assentava na sua fidelidade, o pintor supôs que o peixe, efectuando um número de mágica, mostrava que existia apenas uma lei abrangendo tanto o mundo das coisas, como o da imaginação. Era a lei da metamorfose.

Compreendida esta espécie de fidelidade, o artista pintou o peixe amarelo.

Herberto Helder, in Os passos em volta. Lisboa: Assírio & Alvim, 2001.

(Grafiite e aguarela)                                                                                                                                                                                  «in situ» |