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sexta-feira, maio 04, 2018

Tríduo | Reportagem Santo Cristo 2018 [2 maio]

O culto e as Festas do Senhor Santo Cristo dos Milagres, em São Miguel, têm um impacto e uma amplitude que ultrapassa a dimensão do lugar. Constituem das maiores manifestações de devoção popular do país e atrai, anualmente, milhares de açorianos e seus descendentes, de todas as ilhas e do exterior. A dimensão profana da festa é outra das camadas desta ocasião e não deixa de se embuir no espírito e na ambiência que o santuário determina.
Foi-nos permitido assistir, no coro alto- ao tríduo preparatório das festas. Nestas cerimónias, todas as partes integram o todo e as vozes são marca indelével de solenidade e unidade.

(Caneta caligráfica, lápis de cor, aguarela e grafite)                                                     «in situ                                                          

quarta-feira, abril 25, 2018

Preparativos para a festa



O Campo veste-se de luzes, não imagino a quantidade de lâmpadas que fazem parte da indumentária do Convento.

(Caneta caligráfica, lápis de cor, aguarela e grafite)                                                                                       «in situ»

Preparativos para a festa

Fui com os meus alunos desenhar o ambiente do Campo. A preparação da festa o Senhor Santo Cristo dos Milagres revelou-se numa grande azáfama, havia imensa gente a trabalhar na colocação da iluminação e sentia-se a deslocação das vagas de turistas que passeavam pelo Campo de São Francisco e, à vez, entravam na igreja do convento.
No fim da tarde regressei ao local, estava mais calmo e deixei-me por ali a desenhar.

(Caneta caligráfica, lápis de cor, aguarela e grafite)                                                                                               «in situ»

domingo, abril 15, 2018

Pesqueiro do Pisão




A pescaria não foi afortunada, mas para mim foi uma tarde bem passada. O dia foi de excelência, com sol radiante e pouco vento. Perto do miradouro do Pisão existe uma zona de pesqueiro com vista para a praia Pequena de Água d'Alto. Dava para perceber as pessoas na praia. Fazer este desenho fez- me descobrir na encosta, sobre as rochas, uma casa camuflada pela vegetação, ali mesmo junto ao mar. Nunca me tinha apercebido da sua existência.

(Caneta caligráfica, lápis de cor, aguarela, carimbo e grafite)                                                                                       «in situ»

sábado, abril 14, 2018

Farol da Ferraria


 Partimos de Ponta Delgada com destino à Ferraria, pensei desenhar o Farol. Há muito tempo que não passava por lá, está tudo tão arranjado e movimentado. Gostei de ver.

(Marcador, lápis de cor, aguarela e grafite)                                                                                                          «in situ»


segunda-feira, abril 09, 2018

Areal de Santa Bárbara


Santa Bárbara é uma das praias do Mundial de Surf, fica na costa norte e é um dos areais de maior dimensão em São Miguel. O mar nem sempre é muito amigável em toda a praia. Quem conhece bem, identifica as zonas de baixio e diverte-se com a dinâmica da rebentação. Gosto de apreciar o relevo da encosta e o que resta das dunas.
(Caneta caligráfica, aguarela, grafite e lápis de cor)                                                                                                                                                                               «in situ» 

sexta-feira, abril 06, 2018

Furnas

A zona dos cozidos - na Lagoa das Furnas - voltou a ser gratuita para os residentes.

(Caneta caligráfica, carimbo, aguarela e lápis de cor)                                                                                                         «in situ»

sexta-feira, março 30, 2018

pausa


Cheguei a casa exausta, depois de um final de período letivo intenso, abandonei o peso que transportei - diariamente - ao longo de vários meses numa cadeira e deixei-me ficar...



(Caneta caligráfica, marcador, e lápis de cor)                                                                                                                          «in situ»

domingo, março 18, 2018

Audição de Páscoa CRPD

As audições no Conservatório fazem-me sempre desejar dar aulas num sítio assim, onde o ruído é musical. É pena que os conservatórios não abracem as artes visuais, poderíamos fazer tantas coisas em conjunto.
As rotinas após as audições do meu filho passam sempre pelos mimos e aplausos e incluem o jantarinho que ele solicita aos avós... 

(Caneta caligráfica, carimbo, grafite, aguarela e lápis de cor)                                                                                                        «in situ»

sábado, março 17, 2018

Romaria

Quando dei conta da Romaria a passar aproveitei para experimentar alguns materiais de cores maravilhosas de uma surpresa que a minha querida Jenny Adam me proporcionou fazendo-me sentir como uma criança a respirar um arco-iris. Por momentos até me esqueci do meu desapontamento, confesso que estava à espera de mais pessoas na «reunião geral» para organização estratégica das atividades relacionadas com a reportagem gráfica(...) mas agora -com algum afastamento- sinto-me contente por constatar o verdadeiro interesse e motivação dos que ali estiveram e também por sentir um espírito de partilha digno dos USK.



sábado, março 10, 2018

Ser Professor


Cada vez que integro uma sesão de esclarecimento sobre a carreira docente e avaliação acabo com uma sensação de frustração. Não consigo entender a avaliação e os níveis de desempenho a que somos submetidos que consideram os níveis insuficiente e suficiente como sendo da mesma categoria. Não entendo o desinvestimento na formação nem como se avaliam «avaliadores» de forma tão superficial e... até me parece que prevaricar permite o beneficiamento de conversão de carreiras na administrativa.



segunda-feira, março 05, 2018

Desenhar com (VIII) Eva Cacabelos | 33 Encontro USk PORTUGAL Açores

O encontro 33º USkP Açores- São Miguel fez-se a desenhar com a Eva Cacabelos a nossa Biologa que investiga  sistemas costeiros das ilhas oceânicas, nomeadamente como a urbanização ou as invasões influenciam as comunidades bentónicas marinhas em cenários atuais e futuros.
Domingo às 9:30, lá estávamos nós junto ao forte de São Caetano no Póplulo. Estava muito desagradável e embora tenhamos escolhido o dia do encontro de acordo com as marés, não tivemos sorte com o estado do mar. Ninguém acreditava que a maré estivesse baixa. Não pudemos fazer as recolhas que a Eva pretendia, mas conseguimos com a sua ajuda recolher o essencial para os nossos cadernos.
(Photocredits: Luís Caetano)


Abrigámo-nos do vento numa das laterais do Forte (com vista para a Praia Pequena) e assim passámos uma bela manhã sentados no calhau junto ao mar onde fomos apanhando com os respingos da rebentação.

Tivemos gente corajosa e uma cara nova no encontro (a Guida Canto) o que foi muito animador já que muitos acabaram por não aparecer. Julgo que o temporal da noite anterior fez levantar muitas suspeitas sobre as condições atmosféricas de domingo. A verdade é que até o sol nos sorriu (como se pode ver aqui) e só quando o fim se avistava é que se instalou a ameaça de chuva com alguns salpicos que se confundiram com os do mar.

(Caneta caligráfica, carimbo, grafite, aguarela e lápis de cor)                                                                                                      «in situ»

domingo, fevereiro 25, 2018

Desenhar com (VII) Maura Barreto | 32º Encontro USkPAçores - São MIguel #01

Maura Barreto é professora de Artes Visuais desde 2001. Concluiu a licenciatura na Universidade de Évora e o Mestrado na Faculdade de Belas Artes do Porto em 2007 em Arte e Multimédia. Durante esse período frequentou ainda vários cursos de Ilustração Científica. Reside e trabalha em São Miguel e dedica-se ao desenho e à pintura em miniatura. Levou-nos a desenhar no Museu Carlos Machado, no núcleo de Santo André. A escolha das salas dos invertebrados e dos fósseis (na história natural) prendeu-se ao seu interesse pelo desenho cientifico. 

A Maura toca saxofone e uma das coisas que tem vindo a colecionar são as palhetas do instrumento que toca e, atualmente, todas aquelas que lhe oferecem. As palhetas converteram-se em suporte de desenho, são uma delícia. Tenho vindo a acompanhar o seu projeto e é muito interessante vê-la em constante exploração. Os cadernos que leva para os encontros são, também, em miniatura, como se desenhasse para formigas. Ofereceu-nos uma palheta e dasafiou-nos a «desenhar pequeno», muito pequeno. Confesso que tive imensa dificuldade em reduzir a escala mas adorei o desafio e constatei a dificuldade de desenhar em miniatura sobre junco.Gostei muito deste 33º encontro e das caras novas que se juntaram.
Os insetos são fabulosos... as cores, as texturas e padrões as formas...


Depois de tanta redução aproveitei para subverter a escala dos elementos...



E foi assim que acabámos o 32º, de sorriso na cara. Na foto final ficaram a faltar pelo menos umas cinco pessoas. O grupo esteve muito composto, que bom! 


(mais fotografias do encontro aqui )


(Caneta caligráfica, carimbo, grafite, aguarela e lápis de cor)                                                                                       «in situ»

quarta-feira, fevereiro 21, 2018

chegar ao fim

Mais um caderno a chegar ao fim. 

(Caneta caligráfica, carimbo, aguarela e lápis de cor)                                                                                                        «in situ»

segunda-feira, fevereiro 19, 2018

Gorreana

Mais um dia roubado ao inverno. Que bom que o sol faz estes assaltos porque a Gorreana fica ainda mais verde e luminosa. Gosto de ir à fábrica tomar chá, desta vez também provei uma queijada de chá verde, não lhe associei o sabor, mas achei-a uma delícia.

(Caneta caligráfica, carimbo, aguarela e lápis de cor)                                                                                     «in situ»

A Serra

Mais um dia de sol magnífico. Foi um daqueles dias - raros - em que a Serra de Água de Pau entra rompante pela cidade sem pedir licença e a Ponta Delgada marítima deixa de o ser em exclusividade.

(Caneta caligráfica, marcador, aguarela e lápis de cor)                                                                                           «in situ»

domingo, fevereiro 18, 2018

Desabafo

Ao fim de semana ou em épocas festivas, de feriados, os serviços públicos de saúde ficam completamente entupidos. Mais vale, por vezes, ficarmos em casa...

(Caneta caligráfica, carimbo, aguarela e lápis de cor)                                                                                                        «in situ»

sexta-feira, fevereiro 16, 2018

Dia de pescaria


E lá fomos à pesca. Sou uma pessoa distraída, mas assim tão desligada da realidade que justifique nunca me ter dado conta do porto de são Roque, é inacreditável. A pescaria foi fajuta, os desenhos de desenferrujamento e o final da tarde muito bem passado.


(Caneta caligráfica, marcador acrílico e lápis de cor)                                                                                                                 «in situ»

quinta-feira, fevereiro 15, 2018

Caloura

O sol e o fresquinho da manhã conduziram-nos à Caloura. No Porto, o senhor «José», como lhe chamavam aqueles que vindos da faina por ali passavam com o peixe ainda a saltitar. O Sr. José reparava as redes sentado ao sol junto ao mar e a sua presença coloria intensamente a paisagem.
«Mãe, pai, mãe... logo podemos ir à pesca??»

(Caneta caligráfica, marcador, carimbo e lápis de cor)                                                                                                                  «in situ»

quarta-feira, fevereiro 14, 2018

Portinho de São Roque

Não tenho desenhado muito em caderno e já sinto falta. No domingo, enquanto o meu filho fazia sua aula de surf fui espreitar um portinho, em São Roque. Descobri-o há uns meses, passeando de bicicleta, nunca me tinha apercebido da existência daquele recanto. É um pequeno porto de pescas com lugar para pequenas embarcações e é zona balnear para os locais. Um bom sitio para os «meus rapazes» tentarem a sua sorte, aposto que amanhã há pescaria.

(Caneta caligráfica, marcador acrílico, carimbo e lápis de cor)                                                                                                        «in situ»