quinta-feira, fevereiro 26, 2015

Largo Camões_ Ponta Delgada

Na escadaria da Academia das Artes, em Ponta  Delgada, o Busto de Camões reside sereno e dá o nome ao sítio.
(...)
Impressa tenho na alma larga história 
Deste passado bem, que nunca fora; 
Ou fora, e não passara: mas já agora 
Em mim não pode haver mais que a memória. 

Vivo em lembranças, morro de esquecido 

De quem sempre devera ser lembrado, 
Se lhe lembrara estado tão contente.
(...)
Luís Vaz de Camões, in "Sonetos" 

(Pilot G-TEC-C4 )                                                                                                                                                       | «in situ» |

quarta-feira, fevereiro 25, 2015

Fajã de Baixo_ São Miguel

Nem sempre temos tempo e ultimamente tenho tanto que fazer que o desenho ocorre em rápidos instantes. Enquanto esperava que o Zé voltasse da Serinima, na Fajã de Baixo (não sei o nome da rua). Achei a casa "curiosa" pela forma como se impunha (pelos volumes, escala e cor)... e aproveitei a pausa, nem deu para saír do carro...

(Pilot G-TEC-C4, caneta de feltro e aguarela)                                                                                                                            | «in situ» |                                                                                                                                   
                                                                                                                        

segunda-feira, fevereiro 23, 2015

Miradouro da Borda da Ladeira






Em Santo António Nordestinho existe um miradouro à beira da estrada, chamam-lhe a Borda da Ladeira. Durante a minha gravidez sentava-me ali, frequentemente, a apreciar o sossego e a ver a LUZ e o horizonte. No Verão o sol põe-se no mar (e não na montanha como nesta altura do ano). Deste miradouro, no Nordeste, têm-se uma perceção da dimensão do território, avista-se ao fundo - no meio da neblina - a montanha das Sete Cidades e isso faz com que a ilha pareça terrivelmente pequena...

e agora, com o meu filho, procuro novamente o infinito!

(Pilot G-TEC-C4 e aguarela)                                                                                                                                                       | «in situ» |

domingo, fevereiro 22, 2015

1 e 2 e 3 e 4.. e 1...

Entre eles, o compromisso é a «paciência» e assim a perseverança vai atrás. Passada uma meia hora de estudo nota-se a diferença, se nota. É muito interessante quando se assiste a processos de aprendizagem similares... é como a leitura onde do nada se chega a tudo. As crianças são realmente «esponjinhas» e se os seus sentidos forem sendo estimulados, torna-se tudo tão «simples».
O que vale é que também há tempo para brincar... e como os super heróis são intemporáis nunca chegam a «esfriar».

(Pilot G-TEC-C4, pastel seco e aguarela)                                                                                                                                  | «in situ» |

quinta-feira, fevereiro 19, 2015

Espera...



Avistando o São Miguel Park Hotel do Colégio São Francisco Xavier pelo vidro do carro... a paragem seguinte é lá, é dia de natação...
Não deu para muito mais, estava calor na piscina e resolvi sentar-me na escada, assisti à aula por um «rasgo» junto ao corrimão...

(Pilot G-TEC-C4 e aguarela)                                                                                                                                               | «in situ» |

quarta-feira, fevereiro 18, 2015

à espreita _ Ponta Delgada

No centro de Ponta Delgada, de frente para o mar, o edíficio Solmar (Avenida Center) tem uma localização que beneficia da proximidade do cais de cruzeiros “Portas do Mar” e ainda assim consegue avistar-se de toda a cidade. Ao espreitar por uma das janelas da secção nova da Antero de Quental apercebi-me, para além da imponência, da proximidade das torres.
Outro equipamento urbano com imponência é o edíficio dos CTT. No caso deste desenho avista-se do parque de estacionamento do São Miguel Park Hotel... do outro lado do quarteirão onde se insere.

(Pilot G-TEC-C4 e aguarela)                                                                                                                                             | «in situ» |


Desafio 51º USK P

Tenho andado às voltas com este desafio... primeiro pensei em utensílios de laboratório que são sempre objetos de particular interesse (técnico e formal) depois, abri uma das minhas caixas de estimação com utensílios de desenho: a minha caixa com aparos de junco, vidro e de metal com as mais diversas configurações, a caneta isográfica (...) e até a caneta caligráfica como a conhecemos atualmente mas, não foi exatamente o que me apeteceu fazer. Como alguns dos meus desenhos são cosidos resolvi fazer um louvor à agulha com que habitualmente desenho linhas, linhas e linhas... e fazer uma espécie de «trocadilho visual» entre a linha desenhada e a cosida. Referencio a caneta com que (estruturo, oriento e organizo) desenho e escrevo como se cosesse.

(Pilot G-TEC-C4, fio elástico e aguarela)                                                                                                                                       | «in situ» |

domingo, fevereiro 08, 2015

Figos passados


Adoro figos passados. Usei um pincel de água para ir desfazendo subtilmente as linhas desenhadas com a caneta Pilot. Neste caso, ainda bem que a tinta não é indelével...

(Pilot G-TEC-C4 e aguarela)                                                                                                                                                     | «in situ» |

quinta-feira, fevereiro 05, 2015

Desenhar com papel...

Se não o disse aqui, já devo ter dado para perceber que não lido bem com «tempos mortos» fico impaciente!! Esses momentos parecem-me intermináveis e enquanto os alunos (de Geometria Descritiva) trabalhavam decidi integrar outros materiais nos desenhos para explorar e também para sentir que não estou sempre a «dizer» o mesmo... comecei a partir de um papel colorido para origami. Rasguei e apliquei-o como manchacom o intuito de desenhar a figura. Posteriormente, escrevi sobre ele..   e fui conjugando os elementos!

E o tempo voou... só nos apercebemos quando o meu relógio tocou, cinco minutos antes da hora prevista para a saída!!

( Pilot G-TEC-C4, aguarela, papel para origami e cola)                                                                                                     | «in situ» |

segunda-feira, fevereiro 02, 2015

Fichas de trabalho | GD A

As ficha de trabalho em Geometria Descritiva, intercalam os testes, não têm data marcada fazem-se de surpresa, por esse motivo são de entrega facultativa. Propõem o trabalho a pares e os alunos podem consultar o manual e os apontamentos... preparam-se assim, para os testes. Empenham-se e interajudam-se e aqueles que têm mais dificuldade sempre conseguem mais uns «pontinhos»... aproveito estas ocasiões para os desenhar porque estão muito concentrados no trabalho proposto. Intervenho, ocasionalmente, prestando um ou outro esclarecimento aos debates que se criam. O momento pretence-lhes!
                                                                     

   
No inicio da aula, afixo no quadro um papel (dobrado) com a identificação de dois exercícios dos cinco propostos e avalio apenas esses. Houve quem conseguisse fazer os cinco mas poucos entregaram a ficha para a incluir na avaliação, baixando o peso/ ponderação dos testes na avaliação final...

(Artline 200 Fine 0.4, Pilot G-TEC-C4, aguarela e café)                                                                                              | «in situ» |