É um género de plantas da família Theaceae que produz as flores conhecidas como camélia, não é a única espécie conhecida simplesmente desta forma, mas é a mais popular. Estimam-se à volta de 3000 variedades e outros tantos híbridos entre esta e outras espécies do mesmo género.
A introdução da cameleira (também conhecida por Japoneira ou Rosa do Japão) em Portugal foi feita durante o período dos Descobrimentos, quando os portugueses iniciaram relações comerciais com o Japão e com a China (onde o género Camellia é endémico). Apesar da cameleira se dispersar por todo o arquipélago do açores, é em São Miguel que existe a maior concentração de variedades e uma maior diversidade genética. Trata-se de uma planta muito comum em jardins públicos e privados, sendo utilizada como arbusto, árvore, sebe para proteção contra ventos fortes ou como divisão de espaços.
O género Camellia inclui muitas plantas ornamentais e a planta do chá. Um chá com esta marca/ nome seria, provavemente redundante mas com piada... (até encontrei um caso na net), seria o mesmo que atribuir ao chá a marca: Chá... gosto da ideia!
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segunda-feira, março 02, 2015
Camellia (Chá)
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domingo, março 01, 2015
DIÁRIO DE VIAGEM – COSTA DO MARFIM DISTINGUIDO COM O PRÉMIO COUP DE COEUR
O livro “Diário de Viagem – COSTA DO MARFIM” de Mário Linhares e Ketta Cabral Linhares, foi distinguido com o prémio “Coup de Cœur” na categoria “Carnet de voyage international“, que distingue o melhor diário de viagem editado fora de França.
Aconteceu no Festival “Rendez vous du carnet de voyage”, o principal festival de diários de viagem do mundo, realizado em Clermont-Ferrand, França.
Este livro foi apresentado por Mário Linhares -um dos autores- na Escola Secundária Antero de Quental (hoje dia 28 de Fevereiro de 2015 às 17h30) na Biblioteca e teve a presença entre outros dos sketchers Gabi Campanario, Jessie Chapman e Brenda Murray.
“A viagem à Costa do Marfim acontece na consequência de dezasseis anos de trabalho conjunto com os Missionários da Consolata. A ideia da missão e dos missionários era, antes disso, uma coisa fugaz e cheia de ideias prévias. Foi duro descobrir a utilidade do desenho em territórios tão longínquos. Mais fácil foi entender o que os missionários fazia, nestas aldeias onde o tempo parece não passar. Assim, ir a uma qualquer missão da Consoloata é sempre uma viagem ao desconhecido e ao encontro com uma verdade autêntica. Nunca é turismo a locais históricos, mas a possibilidade de nos encontrarmos verdadeiramente com as pessoas. Marandallah é o nome da aldeia onde desenhámos durante quase um mês e a questão que resume tudo é o tempo., Há que tê-lo para conseguirmos fazer qualquer coisa. Contudo, como sempre, queremo-lo tanto que o compraríamos se pudéssemos, mesmo sabendo que é uma dádiva tão humilde e generosa que desafia a nossa sabedoria no modo como o usamos. O desenho tem-nos ensinado como o tempo é precioso. Não vale a pena correr contra, mas deixarmo-nos adentrar e perder nele, apreciando a aparente pausa a enriquecer o olhar.
Esta viagem vem no tempo certo. Aquele em que o desenho nos exige uma pausa. Saber parar para desenhar. Saber escolher o que desenhar e, mais importante que tudo, deixar que o desenho possa ser contaminado pela novidade de uma realidade tão diferente e entusiasmante, exigindo, por isso mesmo, um olhar renovado, depois de ideias velhas, à procura de crescer com o ancestral e o contemporâneo.
Nunca se passaria tanto tempo a conversar com uma pessoa desconhecida do interior remoto da Costa do Marfim se não fosse pelo desenho. Este é, definitivamente, um novo modo de relação com as pessoas, de as conhecermos melhor e nos sentirmos próximos. Há um sentimento muito forte que nos assalta em aldeias tão distantes como esta: “Eu podia ter nascido aqui. Este também é o meu mundo.”
Desenhar na África Negra é, inevitavelmente, um encontro com a essência do ser humano, com o estado mais puro e desprendido que alguma vez conseguimos ter. É a sensação de marcar a história pessoal com as palavras que estão por inventar.”
Mário e Ketta
O Livro é muito rico, um belíssimo objeto de deleite, sobre uma vivência que nos revela sobre o homem e a humanidade de maneira totalizante. Trata-se de um objeto de comunicação pleno de imagens e sensações... é peculiar e enorme porque é muito maior do que a sua dimensão!!!
Orgulho-me de poder ter estado no lançamento e por constatar o carinho com que a Escola Secundária Antero de Quental acolheu o autor.
sábado, fevereiro 28, 2015
Impaciência
Em certas ocasiões os dias parecem intermináveis e os objetos que nos rodeiam passam a ser vistos com outros olhos... o desenho facilita o preenchimento temporal e o seu questionamento também...
(Pilot G-TEC-C4, caneta de feltro, grafite e aguarela) | «in situ» |
(Pilot G-TEC-C4, caneta de feltro, grafite e aguarela) | «in situ» |
sexta-feira, fevereiro 27, 2015
Diário de Viagem | Costa do Marfim

Quase um ano depois, Mário Linhares (USK Portugal) regressa aos Açores para apresentar o livro que relata e ilustra a aventura que nos contou pessoalmente em 2014. Os Urban Sketchers Açores e a Escola Antero de Quental, nossa parceira activa desde o início, tem o prazer de convidar todos os sketchers, amantes do desenho e de boas histórias de viagens a estarem presentes no dia 28 de fevereiro, sábado, a partir das 17:30h, na biblioteca da Escola Secundária Antero de Quental para a apresentação do livro "Diário de Viagem | Costa do Marfim, da autoria de Mário e Ketta Linhares.
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Alexandra Baptista
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Passeio ocular
Estou há já uns dias doente, sem me poder levantar.
De uma das janelas cá de casa avisto os telhados da cidade e viajo até ao mar....
eu vou espreitar pelas outras janelas para os olhos «desentediar» e para os levar a passear...
quinta-feira, fevereiro 26, 2015
Largo Camões_ Ponta Delgada
Na escadaria da Academia das Artes, em Ponta Delgada, o Busto de Camões reside sereno e dá o nome ao sítio.
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(...)
Impressa tenho na alma larga história
Deste passado bem, que nunca fora; Ou fora, e não passara: mas já agora Em mim não pode haver mais que a memória. Vivo em lembranças, morro de esquecido De quem sempre devera ser lembrado, Se lhe lembrara estado tão contente.
(...)
Luís Vaz de Camões, in "Sonetos"
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quarta-feira, fevereiro 25, 2015
Fajã de Baixo_ São Miguel
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Nem sempre temos tempo e ultimamente tenho tanto que fazer que o desenho ocorre em rápidos instantes. Enquanto esperava que o Zé voltasse da Serinima, na Fajã de Baixo (não sei o nome da rua). Achei a casa "curiosa" pela forma como se impunha (pelos volumes, escala e cor)... e aproveitei a pausa, nem deu para saír do carro...
(Pilot G-TEC-C4, caneta de feltro e aguarela) | «in situ» | |
segunda-feira, fevereiro 23, 2015
Miradouro da Borda da Ladeira
Em Santo António Nordestinho existe um miradouro à beira da estrada, chamam-lhe a Borda da Ladeira. Durante a minha gravidez sentava-me ali, frequentemente, a apreciar o sossego e a ver a LUZ e o horizonte. No Verão o sol põe-se no mar (e não na montanha como nesta altura do ano). Deste miradouro, no Nordeste, têm-se uma perceção da dimensão do território, avista-se ao fundo - no meio da neblina - a montanha das Sete Cidades e isso faz com que a ilha pareça terrivelmente pequena...
e agora, com o meu filho, procuro novamente o infinito!
(Pilot G-TEC-C4 e aguarela) | «in situ» |
domingo, fevereiro 22, 2015
1 e 2 e 3 e 4.. e 1...
Entre eles, o compromisso é a «paciência» e assim a perseverança vai atrás. Passada uma meia hora de estudo nota-se a diferença, se nota. É muito interessante quando se assiste a processos de aprendizagem similares... é como a leitura onde do nada se chega a tudo. As crianças são realmente «esponjinhas» e se os seus sentidos forem sendo estimulados, torna-se tudo tão «simples».
O que vale é que também há tempo para brincar... e como os super heróis são intemporáis nunca chegam a «esfriar».
(Pilot G-TEC-C4, pastel seco e aguarela) | «in situ» |
O que vale é que também há tempo para brincar... e como os super heróis são intemporáis nunca chegam a «esfriar».
(Pilot G-TEC-C4, pastel seco e aguarela) | «in situ» |
quinta-feira, fevereiro 19, 2015
Espera...
Avistando o São Miguel Park Hotel do Colégio São Francisco Xavier pelo vidro do carro... a paragem seguinte é lá, é dia de natação...
Não deu para muito mais, estava calor na piscina e resolvi sentar-me na escada, assisti à aula por um «rasgo» junto ao corrimão...
(Pilot G-TEC-C4 e aguarela) | «in situ» |
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