terça-feira, novembro 24, 2015

Encontro12 | Vãos (Janelas, Portas e Varandas) | 21 de Novembro 2015_ #03

E concluí o encontro com este registo, que me correu melhor ou que, pelo menos, não foi tão «sofrido». Uma pomba fez-me o favor de, para mim,  pousar...

Reunimo-nos onde tinhamos, previamente, combinado e partilhámos os desenhos uns com os outros. Depois tirámos a fotografia de grupo.
Não consigo deixar de manifestar o meu agrado pela fotografia que o Francisco Queiroz nos tirou, cuja coloração se faz - numa relação de complementaridade - entre tons de azul e amarelo alaranjado, propondo uma ambiência em harmonia e em sintonia com o nosso simpático encontro.

(Caneta caligráfica EF, grafite, aguarela)                                                                                                                            |«in situ» |


segunda-feira, novembro 23, 2015

Encontro12 | Vãos (Janelas, Portas e Varandas) | 21 de Novembro 2015_ #02



                                   ( Desenho da esquerda: Alexandra Baptista )                                              (Desenho da direita: António Cabral)

Ali sentados na escadaria da igreja Matriz, eu e o António, tentámos compreender a estrutura do janelão do Millenium à nossa frente. Julgo que ele - descontraidamente - o entendeu muito mais depressa (e melhor) do que eu, ao ponto de me levar a desenhá-lo nesse processo. Abri o meu catálogo Fnac Kids e fui tapando aquilo que - na página - me pareceu excessivo por contrariar a hierarquia dos elementos percecionados.

(Caneta caligráfica EF, marcadores Posca e windsor & Newton)                                                                                                 | «in situ» |

Encontro12 | Vãos (Janelas, Portas e Varandas) | 21 de Novembro 2015_ #01

















O nosso 12º encontro iniciou-se com o Doutor Francisco Queiroz que,  muito pacientemente, nos explicou diferença de nomenclatura e algumas características associadas às grades de sacada, grandes peitoris com e sem sacadas e grades com ferro forjado ou fundido, etc.
Gostei muito de encontrar caras novas e, claro, os entusiastas - do costume - foram aparecendo prontos para começar este desafio de desenhar os vãos da baixa da cidade de Ponta Delgada.
O meu primeiro desenho foi difícil, iniciei-o com pessoas e já não sei porque motivo não as continuei, sobrepus-lhes o registo de dois vãos do Millenium no Largo da Matriz. Senti-me desconcentrada, «enferrujada» e com dificuldade em estruturar os elementos. Por desafio, pessoal, evito o uso da borracha e tento fazer uma «escrita à primeira» do que seleciono com o olhar... desta vez a confrontação com a rigidez da geometria exigiu-me uma atitude mais técnica e menos teimosa da minha parte. Custou-me imenso fazer esta página, mas por outro lado, ainda bem que não desisti.



(Caneta caligráfica EF, grafite, aguarela)                                                                                                                                     |«in situ» |

sábado, novembro 14, 2015

de volta à rotina...

Antes de me envolver nos USK tinha muitos cadernos mas nem sempre os «usava»... gostava deles mas não desenhava com frequência...agora, é num instante que os vou substituindo. Ultimamente não tenho tido muito tempo para desenhar «in situ» e aproveitei um momento de avaliação para chegar ao fim com um dos cadernos que iniciei no verão.

(Caneta caligráfica EF,  aguarela e café)                                                                                                                                           |«in situ» |

quarta-feira, novembro 11, 2015

preparação de modelos...

Andei a vasculhar nas estantes da sala de Biologia para escolher uns modelos, interessantes, para as aulas de desenho. Entre outros, encontrei, guardados em formol: um feto de um coelho e um lagarto e não resisti à tentação...entretanto abri as páginas do caderno e fui surpreendida com a estranheza da composição.
(Caneta caligráfica EF, grafite, ecoline e café)                                                                                                                              |«in situ» |

terça-feira, novembro 10, 2015

Performance Ontem e Hoje (I)





Tive dois dias de intensa recolha de informação (no Arquipélago) no curso “Performance Ontem e Hoje” inserido no Ciclo de Performance com curadoria de Mariana Brandão. A primeira parte contrariou uma visão evolucionista da História (de Arte), as duas sessões foram organizadas convocando uma série de ideias, noções e conceitos possibilitando articular referências respeitantes a vários tempos, espaços e contextos.
No plano, as minhas notações não podem estar mais confusas mas, eu cá me entendo no meu caderninho com abertura em serpentina, fui apanhando os presentes, o espaço e algumas referencias. Assim, não esquecerei a conversa. Aguardo, espectante, pela segunda parte da formação que não deve tardar. A Mariana Brandão conseguiu prender-nos pela simpatia, pela conversa e pelas referências.

(Caneta caligráfica EF, lápis multicolorido, ecoline e café)                                                                                                                | «in situ» |


terça-feira, novembro 03, 2015

Sinaga...


Depois do (a) Riscar o património voltámos à Sinaga (a fábrica de Açucar de Beterraba). 





Como não tinhamos ficado satisfeitos com o facto de não termos podido entrar na fábrica nem no núcleo museológico. Tentámos a visita que foi, novamente, acompanhada pela D. Cláuda Pereira (uma simpatia) que nos falou mais sobre a importância histórica da Sinaga, sobre as produções de álcool e açucar e sobre extinta autosuficiência da fábrica. No passado a Sinaga foi responsável pela sua própria manutenção (máquinaria, gráfica...) e isso significava um maior número de empregados em todos os setores. Tinha escola, banda, equipa de futebol e participavam ativamente na vida da cidade. Hoje, a história é outra, sobrevive às dificuldades impostas por um mercado global cujas cotas impostas lhe exigem uma administração pública que - obviamente - se justifica pelo interesse histórico/social da empresa.  
Na visita houve uma ou outra pessoa que desenhou bem mais do que eu (que lá estive em trabalho)... 
O Manuel teve que se deitar no chão para desenhar uma máquina, que em Portugal, foi pioneira na produção de saquetas.




(Caneta caligráfica EF, café, grafite  e aguarela)                                                                                                    | «in situ» |

sábado, outubro 31, 2015

By Urban Sketchers


Veio pelo correio e cá está ele para me encher de orgulho, Um belo exemplar. Os desenhos são da cidade de Lisboa. mais de 120 e de 45 desenhadores que através de uma escrita individualizada nos mostram a cidade. O formato é apelativo e desenho da capa é do Tiago Cruz,  excelente!

sábado, outubro 24, 2015

Níveis de aproximação

Daqui, no cais da Sardinha, aproprio-me da paisagem por «camadas». Vejo- por entre faróis- a entrada e a saída de barcos no molhe, vejo os guindastes em ação e ao fundo a Serra de Água d'Alto...
e ainda, tudo aquilo que os planos mais póximos me permitem percecionar:



Entre todos os planos (os mais distantes e os mais próximos) a paisagem altera-se diariamente... os barcos vão e vêm e as pessoas também...

(Caneta caligráfica EF e lápis multicolorido)                                                                                                                                     |«in situ» |

segunda-feira, outubro 19, 2015

Desenhar bolotas...




Fomos à Quinta dos Açores e enquanto esperávamos pela nossa vez (nº32) começámos a desenhar as bolotas que tinhamos no bolso e que tinhamos trazido do Jardim António Borges, eram pequeninas e delicadas, quando dei por mim o desenho tinha-me feito mudar de direção.

(Caneta caligráfica EF, esferográfica  e aguarela)                                                                                                                        | «in situ» |