domingo, novembro 29, 2015

Ida ao Museu Carlos machado | Canto da Maya


«Ernesto Canto da Maya (1890 - 1981) iniciou o Curso de Escultura na Escola de Belas Artes de Lisboa, em 1907, frequentando a Faculdade de Arquitectura, em 1911. A partir de 1913 esteve na Escola de Belas Artes, em Paris e na Academia Grand Chaumière, trabalhando com o escultor simbolista James Vibert, na Suiça, em 1914, e com o escultor Júlio António, em Madrid, em 1916.

Neste artista desenvolveu-se uma estética intimista, onde a simplicidade das silhuetas e a sobriedade expressiva dos modelados era precursora do movimento "Art Deco". A suavidade formal da Escultura de Canto da Maya, acentuava a interioridade do estilo assumido, surgindo uma série de magníficas esculturas de grande individualidade e beleza.»

Atualmente temos uma exposição retrospetiva da sua obra no Museu Carlos Machado e fomo até lá... tive pouco tempo para «mim»...


(Grafite e Vieux-chêne)                                                                                                                                                     |«in situ» |

quinta-feira, novembro 26, 2015

Performance Ontem e Hoje (II)

Aaaah, finalmente a Mariana Brandão veio dar a segunda parte do curso de Performance, o número de pessoas reduziu em relação à última sessão, que pena. Alguns dos meus alunos apareceram (uma surpresa agradável) e acabaram por «ocupar os vazios» e assistir aos dois dias de formação. Foi interessante, bastante mesmo, mas intenso e tenso. Embora tenha sempre alguma dificuldade em me relacionar com alguns trabalhos da Marina Abramovic´ (sobretudo as ações em que se mutila) não consigo deixar de a destacar, do conjunto de obras que nos foram mostradas,   pela qualidade peculiar das suas propostas identitárias e também a Pina Bausch.
(Caneta caligráfica EF, lápis colorido, aguarela)                                                                                                                          | «in situ» |

quarta-feira, novembro 25, 2015

terça-feira, novembro 24, 2015

Encontro12 | Vãos (Janelas, Portas e Varandas) | 21 de Novembro 2015_ #03

E concluí o encontro com este registo, que me correu melhor ou que, pelo menos, não foi tão «sofrido». Uma pomba fez-me o favor de, para mim,  pousar...

Reunimo-nos onde tinhamos, previamente, combinado e partilhámos os desenhos uns com os outros. Depois tirámos a fotografia de grupo.
Não consigo deixar de manifestar o meu agrado pela fotografia que o Francisco Queiroz nos tirou, cuja coloração se faz - numa relação de complementaridade - entre tons de azul e amarelo alaranjado, propondo uma ambiência em harmonia e em sintonia com o nosso simpático encontro.

(Caneta caligráfica EF, grafite, aguarela)                                                                                                                            |«in situ» |


segunda-feira, novembro 23, 2015

Encontro12 | Vãos (Janelas, Portas e Varandas) | 21 de Novembro 2015_ #02



                                   ( Desenho da esquerda: Alexandra Baptista )                                              (Desenho da direita: António Cabral)

Ali sentados na escadaria da igreja Matriz, eu e o António, tentámos compreender a estrutura do janelão do Millenium à nossa frente. Julgo que ele - descontraidamente - o entendeu muito mais depressa (e melhor) do que eu, ao ponto de me levar a desenhá-lo nesse processo. Abri o meu catálogo Fnac Kids e fui tapando aquilo que - na página - me pareceu excessivo por contrariar a hierarquia dos elementos percecionados.

(Caneta caligráfica EF, marcadores Posca e windsor & Newton)                                                                                                 | «in situ» |

Encontro12 | Vãos (Janelas, Portas e Varandas) | 21 de Novembro 2015_ #01

















O nosso 12º encontro iniciou-se com o Doutor Francisco Queiroz que,  muito pacientemente, nos explicou diferença de nomenclatura e algumas características associadas às grades de sacada, grandes peitoris com e sem sacadas e grades com ferro forjado ou fundido, etc.
Gostei muito de encontrar caras novas e, claro, os entusiastas - do costume - foram aparecendo prontos para começar este desafio de desenhar os vãos da baixa da cidade de Ponta Delgada.
O meu primeiro desenho foi difícil, iniciei-o com pessoas e já não sei porque motivo não as continuei, sobrepus-lhes o registo de dois vãos do Millenium no Largo da Matriz. Senti-me desconcentrada, «enferrujada» e com dificuldade em estruturar os elementos. Por desafio, pessoal, evito o uso da borracha e tento fazer uma «escrita à primeira» do que seleciono com o olhar... desta vez a confrontação com a rigidez da geometria exigiu-me uma atitude mais técnica e menos teimosa da minha parte. Custou-me imenso fazer esta página, mas por outro lado, ainda bem que não desisti.



(Caneta caligráfica EF, grafite, aguarela)                                                                                                                                     |«in situ» |

sábado, novembro 14, 2015

de volta à rotina...

Antes de me envolver nos USK tinha muitos cadernos mas nem sempre os «usava»... gostava deles mas não desenhava com frequência...agora, é num instante que os vou substituindo. Ultimamente não tenho tido muito tempo para desenhar «in situ» e aproveitei um momento de avaliação para chegar ao fim com um dos cadernos que iniciei no verão.

(Caneta caligráfica EF,  aguarela e café)                                                                                                                                           |«in situ» |

quarta-feira, novembro 11, 2015

preparação de modelos...

Andei a vasculhar nas estantes da sala de Biologia para escolher uns modelos, interessantes, para as aulas de desenho. Entre outros, encontrei, guardados em formol: um feto de um coelho e um lagarto e não resisti à tentação...entretanto abri as páginas do caderno e fui surpreendida com a estranheza da composição.
(Caneta caligráfica EF, grafite, ecoline e café)                                                                                                                              |«in situ» |

terça-feira, novembro 10, 2015

Performance Ontem e Hoje (I)





Tive dois dias de intensa recolha de informação (no Arquipélago) no curso “Performance Ontem e Hoje” inserido no Ciclo de Performance com curadoria de Mariana Brandão. A primeira parte contrariou uma visão evolucionista da História (de Arte), as duas sessões foram organizadas convocando uma série de ideias, noções e conceitos possibilitando articular referências respeitantes a vários tempos, espaços e contextos.
No plano, as minhas notações não podem estar mais confusas mas, eu cá me entendo no meu caderninho com abertura em serpentina, fui apanhando os presentes, o espaço e algumas referencias. Assim, não esquecerei a conversa. Aguardo, espectante, pela segunda parte da formação que não deve tardar. A Mariana Brandão conseguiu prender-nos pela simpatia, pela conversa e pelas referências.

(Caneta caligráfica EF, lápis multicolorido, ecoline e café)                                                                                                                | «in situ» |


terça-feira, novembro 03, 2015

Sinaga...


Depois do (a) Riscar o património voltámos à Sinaga (a fábrica de Açucar de Beterraba). 





Como não tinhamos ficado satisfeitos com o facto de não termos podido entrar na fábrica nem no núcleo museológico. Tentámos a visita que foi, novamente, acompanhada pela D. Cláuda Pereira (uma simpatia) que nos falou mais sobre a importância histórica da Sinaga, sobre as produções de álcool e açucar e sobre extinta autosuficiência da fábrica. No passado a Sinaga foi responsável pela sua própria manutenção (máquinaria, gráfica...) e isso significava um maior número de empregados em todos os setores. Tinha escola, banda, equipa de futebol e participavam ativamente na vida da cidade. Hoje, a história é outra, sobrevive às dificuldades impostas por um mercado global cujas cotas impostas lhe exigem uma administração pública que - obviamente - se justifica pelo interesse histórico/social da empresa.  
Na visita houve uma ou outra pessoa que desenhou bem mais do que eu (que lá estive em trabalho)... 
O Manuel teve que se deitar no chão para desenhar uma máquina, que em Portugal, foi pioneira na produção de saquetas.




(Caneta caligráfica EF, café, grafite  e aguarela)                                                                                                    | «in situ» |