terça-feira, março 08, 2016

100 PÁGINAS que crescem comigo | pág. 52 e 53 | Garças...

Isto é o que gosto mesmo -mesmo- de fazer: 100 PÁGINAS que crescem comigo. Esperava eu que me aparecesse alguém no apoio de GD A, no gabinete das Artes Visuais, e esperavam ali, também, umas Garças (empalhadas/ embalsamadas) por alguém que as desenhasse, nem hesitei em dar nova morada às casas... confesso que nestas ocasiões desejo, intimamente, que se atrasem um bocadinho e neste caso... ahhh, tive de dar cor mais tarde. Tinha o amarelo à mão e ainda bem!!

(Zig Millenium, 0.5, Graphik line maker 0.05 e amsterdam acrilic maker)                                                                               | «in situ» |

domingo, março 06, 2016

Sete Cidades

Fui passear às Sete Cidades, a aproximação mostrou-se pacífica, fresca mas... pacífica. Não revelando a quantidade de pessoas que por lá se «escondia». O turismo é bom para a economia e dinâmica locais, mas implica um entupimento de alguns dos meus sítios «de estimação» que num instante tornaram-se «de moda» ou - talvez- mais apelativos...


E... finalmente encontrei sossego num recanto da Lagoa, junto ao Túnel. O solo à volta da Lagoa das Sete Cidades é poroso e permite o escoamento das águas através do basalto. Todavia, não sendo suficiente foi construído - em 1937 - um túnel que garante a estabilidade do nível da água. Antes, a ligação aos Mosteiros podia fazer-se através desta travessia...


(Pilot G-tec-C4, aguarela e frafite)                                                                                                                       |mais aqui: «in situ» |


quinta-feira, março 03, 2016

Furnas






Além da Lagoa e das Fumarolas (caldeiras) o Vale das Furnas é conhecido pelas suas águas termais e nascentes naturais... «há quem diga que a sua maior riqueza é a diversidade das águas minerais e termais das nascentes, sendo considerada a maior hidrópole do mundo».

(Grafite, aguarela e tinta da china)                                                                                                                                                         | «in situ» |

sábado, fevereiro 27, 2016

100 PÁGINAS que crescem comigo| págs. 42 e 43|

De volta à sala 16s com o caderno da série: 100 PÁGINAS que crescem comigo. Os momentos de avaliação prestam-se a pousar para mim.
(Pilot G-tec-C4, marcadores Posca, windsor & Newton e Amsterdam)                                                                                         | «in situ» |

quarta-feira, fevereiro 24, 2016

100 PÁGINAS que crescem comigo | pág.46 e 47 | Sete Cidades

À beira  da Lagoa das Sete Cidades experimentei no caderno da série: 100 PÁGINAS que crescem comigo os meus lápis de cera aguareláveis e os marcadores acrílicos...
...uma combinação densa que me permite tapar manchas gráficas previamente existentes.

(Caneta caligráfica EF, marcador Posca, marcador acrilico Amsterdam e lápis de cera aguarelável)                                                «in situ» |

Sete Cidades



O Inverno tem sido rigoroso e a Lagoa das Sete Cidades aumentou muito o nível da água... as margens parecem as de um pantano e as árvores ficaram alagadas. O «postal», além de estranho é, ao mesmo tempo, muito bonito...

(Grafiite, aguarela e lápis de cor )                                                                                                                                        «in situ» |

segunda-feira, fevereiro 22, 2016

100 PÁGINAS que crescem comigo | págs. 36 e 37

Vou intercalando as publicações do meu caderno atual com a série: 100 PÁGINAS que crescem comigo. As idas ao Hospital podem ser muito demoradas, não foi o caso. Mal tive tempo para me sentar... ainda bem.

(Caneta caligráfica EF, marcador Posca e marcador acrilico Amsterdam)                                                                                | «in situ» |


quinta-feira, fevereiro 18, 2016

Teoria das Cores

Teoria das Cores

Herberto Helder

Era uma vez um pintor que tinha um aquário com um peixe vermelho. Vivia o peixe tranquilamente acompanhado pela sua cor vermelha até que principiou a tornar-se negro a partir de dentro, um nó preto atrás de uma cor encarnada. O nó desenvolvia-se alastrando e tomando conta de todo o peixe. Por fora do aquário o pintor assistia surpreendido ao aparecimento do novo peixe.

O problema do artista era que, obrigado a interromper o quadro, onde estava a chegar o vermelho do peixe, não sabia que fazer da cor preta que ele agora lhe ensinava. Os elementos do problema constituíam-se na observação dos factos e punham-se por esta ordem: peixe, vermelho, pintor – sendo o vermelho o nexo entre o peixe e o quadro através do pintor. O preto formava a insídia do real e abria um abismo na primitiva fidelidade do pintor.

Ao meditar sobre as razões da mudança exactamente que assentava na sua fidelidade, o pintor supôs que o peixe, efectuando um número de mágica, mostrava que existia apenas uma lei abrangendo tanto o mundo das coisas, como o da imaginação. Era a lei da metamorfose.

Compreendida esta espécie de fidelidade, o artista pintou o peixe amarelo.

Herberto Helder, in Os passos em volta. Lisboa: Assírio & Alvim, 2001.

(Grafiite e aguarela)                                                                                                                                                                                  «in situ» |

segunda-feira, fevereiro 15, 2016

Santo António Nordestinho | São Miguel



Santo António de Nordestinho foi elevado a categoria de freguesia em 2002 e possui atualmente cerca de 255 habitantes. Tomou por nome a designação do antigo lugar, em honra do respetivo padroeiro, e da freguesia a que pertencia, que corresponde ao diminutivo do concelho. Desta freguesia é possível alcançar vistas magníficas sobre a costa norte da ilha, a começar pelo miradouro da Borda da Ladeira, junto à estrada regional. Além da vista soberba, este é dos melhores locais para se apreciar o pôr-do-sol.


O centro da freguesia oferece também um conjunto de serviços que dão alguma dinâmica ao lugar, desde a restauração ao artesanato, este último exposto para venda no Centro Cultural Padre Manuel Raposo. 

(Grafiite e aguarela e tinta da china )                                                                                                                                  «in situ» |

domingo, fevereiro 14, 2016

Nordeste

Atualmente, com a SCUT, a viagem ao Nordeste faz-se muito rapidamente. Na verdade deixámos de lá ir com a mesma frequência e deixámos de parar noutras freguesias. Dá-me sempre a sensação de haver um maior isolamento de todos os lugares... chega-se e o tempo passa a outro ritmo, o que - também - é bom.

(Grafite e aguarela)                                                                                                                                         | «in situ» |