terça-feira, abril 04, 2017

«A»

«A» de amizade;
«A» de antiguidade;
«A» de âmago.

(Caneta caligráfica, marcador acrílico e tinta)                                                                                                                    |«in situ»|

segunda-feira, abril 03, 2017

Desenhar é divertido...



Depois do 20º encontro em Sant'Ana e enquanto esperava que o meu filho saísse de uma atividade relacionada com invenções, fui até Vila Franca do Campo, onde me esperava o "quiosque dos bevita" plantado no jardim contíguo ao edifício da Câmara Municipal. Comecei o meu desenho do largo, incluindo a escadaria da igreja Matriz (ali ao lado), mas não correu bem e resolvi mudar a orientação da página e atacá-la novamente. Hoje, enquanto escolhia um desenho e me preparava para o publicar, pensei que em 2014 quando uma comitiva dos USkP constituida pelo Eduardo Salavisa, Mário Linhares e Ketta (grávida do Matias) veio aos Açores para implementar a prática do desenho em caderno, fiquei radiante. Recordo que levei os meus alunos a participar no primeiro evento aqui em São Miguel (...) e acompanhei-os. Considerei fundamental dar- lhes o exemplo e isso foi desafiante. Muito mesmo. Desde então que me imponho ao desenho diário e quando não consigo fazê-lo sinto que se instala uma espécie de reclamação interior que me faz compensar as falhas da autodisciplina na oportunidade seguinte. Desenhar assim - no local e com outras pessoas - obrigou-me a «abrir o caderno», a mostrar fragilidades e lidar com elas, fez-me explorar despreocupadamente. Como sou professora, sinto - agora- alguma legitimidade para desafiar os meus alunos porque, do mesmo modo e com eles, confronto-me (diariamente) com dificuldades de olhar e desafios de registo que tenho de encarar e resolver. A Procura é uma constante e uma necessidade e nunca pensei que isto pudesse ser tão viciante e divertido!!!

(Caneta caligráfica, marcador acrílico e tinta)                                                                                                                    |«in situ»|

domingo, abril 02, 2017

20º Encontro USkP Açores Jardim de Sant'ana





A nossa visita fez-se na companhia da simpática Isabel Reis Vieira que nos contexualizou o palácio e jardim. «O Palácio de Sant'Ana e o parque foram construídos em meados do séc. XIX, pelo morgado José Jácome Correia. Desde 1978 acolhem a sede da Presidência do Governo da Região Autónoma do Açores. Conjunto classificado, o seu jardim botânico é um importante museu vivo e património narural e histórico da região e do País, enquanto do exemplo da arte paisagistica de oitocentos».
O grupo renovou-se, e as caras novas acentuaram-se e deram um ar feliz ao evento.
Em casa concluí alguns dos desenhos cuja cor tinha sido rapidamente anotada.

(Caneta caligráfica, lápis de cor, marcador de aguarela, tinta e vieux- chaine)                                              |«in situ»|

sábado, abril 01, 2017

Fim de semana

Sexta feira é, para mim, um dia longo... terminei as avaliações deste período e «sobrevivi» `a tensão e ritmo que esta fase impõe. Mais um  período que  passou a voar. 
Amanhã é outro dia e é de encontro USkP Açores, o nosso 20º, estou radiante.

(Caneta caligráfica e tinta)                                                                                                                                                                       |«in situ|

quarta-feira, março 29, 2017

IV ed. CONCERTOS Ponta Delgada


Ontem no auditório de Conservatório Regional de Ponta Delgada. A Youngclass foi muito interessante e acessível à plateia que no final colocou imensas questões sobre o cravo/ piano, violoncelo/viola da gamba.

(Caneta calibrada/ fina, marcador de aguarela e datador)                                                                                                               |«in situ»|

Lá fora

Comprova-se: águas mil... e Abril anuncia-se desenvergonhadamente!

(Caneta calibrada/ fina, marcador de aguarela e datador)                                                                  |«in situ»|

segunda-feira, março 27, 2017

Cozido nas Furnas

Certamente que todos ouviram falar do cozido das Furnas... para mim,  o cozido nas Furnas é bem melhor e é para quem o sabe fazer. Tenho a sorte de conhecer quem saiba e de ter amigos que se levantam muito cedo para  colocar a panela (ensacada) em chão Furnense. O cozido faz-se ao vapor e durante horas - umas cinco ou seis - fica a destilar dentro do buraco «abafado». Há sempre alguém simpático que me faz a vontade de colocar uma farinheira juntamente com a morcela e chouriço que, tradicionalmente, compõe o panelão e que dão gosto à galinha, porco e vaca e tornam a couve lombarda, as cenouras, o inhame, as batatas e o arroz muito sucolentos. O cozido, é uma coisa de família, no preparo e na sua degustação, é um pretexto de reunião. Mesmo em dias de chuva as Furnas conseguem propiciar grandes pic-nics em zonas públicas e resguardadas.

(Caneta calibrada/fina, marcador de aguarela, aguarela e lápis de cor)                                                |«in situ»|

sábado, março 25, 2017

O meu flho António

Hoje em dia desenho mais vezes o meu filho do que o fotografo...

(Caneta calibrada/ fina, marcador de aguarela e datador)                                                                                   |«in situ»|

quinta-feira, março 23, 2017

Caderno novo...

Tenho mil e uma coisas na algibeira...

(Esferográfica, caneta calibrada/fina, marcador de aguarela, aguarela e grafite)                                                |«in situ»|

quarta-feira, março 22, 2017

Deambulação

Enquanto esperava que o meu filho acabasse de fazer os trabalhos de casa e de brincar com a Avó, deambulei com o olhar e concluí mais um dos meus caderninhos.


(Esferográfica, lápis de cor, marcador de aguarela e datador)                                                                                          |«in situ»|