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sábado, outubro 24, 2015

Níveis de aproximação

Daqui, no cais da Sardinha, aproprio-me da paisagem por «camadas». Vejo- por entre faróis- a entrada e a saída de barcos no molhe, vejo os guindastes em ação e ao fundo a Serra de Água d'Alto...
e ainda, tudo aquilo que os planos mais póximos me permitem percecionar:



Entre todos os planos (os mais distantes e os mais próximos) a paisagem altera-se diariamente... os barcos vão e vêm e as pessoas também...

(Caneta caligráfica EF e lápis multicolorido)                                                                                                                                     |«in situ» |

segunda-feira, outubro 19, 2015

Desenhar bolotas...




Fomos à Quinta dos Açores e enquanto esperávamos pela nossa vez (nº32) começámos a desenhar as bolotas que tinhamos no bolso e que tinhamos trazido do Jardim António Borges, eram pequeninas e delicadas, quando dei por mim o desenho tinha-me feito mudar de direção.

(Caneta caligráfica EF, esferográfica  e aguarela)                                                                                                                        | «in situ» |

domingo, outubro 18, 2015

Parque Urbano

Deu-me imenso prazer fazer este desenho, fomos até ao Parque Urbano de PDL e a paisagem vinha mesmo a encaixar-se na minha página previamente manchada...
(Caneta caligráfica EF e aguarela)                                                                                                                                                 |«in situ» |

sábado, outubro 17, 2015

26 de Agosto

O mês de agosto acaba mais rápido do que os outros meses, nâo é justo...

(Windsor & Newton Water colour Marker, Faber-Castel PITT artist pen White 101*** a e Posca)                                                          |«in situ» |

sexta-feira, outubro 16, 2015

Na praia


  
As cenas de praia são diversas, uns jogam, outros leêm....

(Windsor & Newton Water colour Marker, Artline200 fina 0.4, lápis multicolorido e aguarela)                                                    |«in situ» |



quarta-feira, outubro 14, 2015

Punta Umbria



Em Punta Umbria as familias, (algumas, claro) «instalam-se» na praia de forma curiosa. Julguei entrar na casa das pessoas que, se sentavam ao redor da  mesa sempre posta e farta. A paisagem marítima aconchega e a permanência na praia, dos mais velhos, faz-se comendo, fumando e bebericando...

(Artline200 fina 0.4 e lápis multicolorido)                                                                                                                                     |«in situ» |

Fnac Kids 100 PÁGINAS que crescem comigo | págs. |


Ainda das minhas férias, algumas experiências que achei divertidas

(Windsor & Newton Water colour Marker, Faber-Castel PITT artist pen White 101*** a e Posca)                                                 |«in situ» |

segunda-feira, outubro 12, 2015

Fnac kids | 100 PÁGINAS que crescem comigo | págs. 22 e 23 |


Aproveitei  a lavagem automática para mais uma experiência... as Poscas eram novas, não pude esperar.

(Windsor & Newton Water colour Marker, Faber-Castel PITT artist pen White 101*** a e Posca)                                                        | «in situ» |

domingo, outubro 11, 2015

FNAC KIDS | 100 PÁGINAS que crescem comigo | pág. |

Ainda sobre o calálogo da Fnac.... as pessoas funcionam como pretexto, interessou-me sobretudo a exploração dos materiais sobre a mancha gráfica. O desafio revela-se: o que tapar??

(Windsor & Newton Water colour Marker, Faber-Castel PITT artist pen White 101*** a e Posca)                        |«in situ» |

sábado, outubro 10, 2015

quinta-feira, outubro 01, 2015

Kids FNAC | 100 PÁGINAS que crescem comigo | c.capa, págs. 3/5 |



Esta minha publicação não trata de publicidade, gosto de experimentar e tenho, normalmente, um caderno que me acompanha mas, há sempre outro em que tropeço e que me faz «saltitar». Adorei o catálogo de livros infantis da FNAC, gostei do formato, das ilustrações, das manchas, das cores e do grafismo e como não é um livro  ou obra que, de facto, me custe intercalar em «camadas». Considerei o caráter provisório deste catálogo e foi simples a decisão de me apropriar dele como suporte para as mais diversas experiências. Nele, o desenho desafia-nos mais ainda pelo fator surpresa também proposto pela página que se segue. Nas férias, é claro que a praia foi o meu modelo e as Posca ajudaram-me a tapar e a acentuar alguns dos elementos compositivos. Estou certa que, em breve, regressarei ao outro caderninho...

(Windsor & Newton Water colour Marker, Faber-Castel PITT artist pen White 101*** a e Posca de diversas cores)         | «in situ» |

segunda-feira, setembro 28, 2015

(a) Riscar o Património | ed.2015 . Ponta Delgada


A Sociedade de Industriais Agrícolas Açorianas, mais conhecida por SINAGA, foi o local escolhido para esta edição do (a) Riscar o Património em São Miguel, nos Açores.

A SINAGA fica localizada na cidade de Ponta Delgada e é actualmente a mais antiga produtora de açúcar, contribuindo, de forma activa, para o crescimento sustentado da economia dos Açores. Surgiu em 1884, altura em que São Miguel atravessava a «crise da laranja», orientando a sua actividade para a batata-doce, como economia alternativa e mais tarde, foi introduzida a uma nova cultura na Região, a beterraba. Da sua raiz extrai-se o açúcar (sacarose).
A fábrica do açúcar é uma industria sazonal, que apenas trabalha de 50 a 80 dias por ano, em regime contínuo de três turnos, durante 24 horas por dia e nesta altura encontra-se «desmantelada», a preparar-se para a próxima época.
À entrada, deparamo-nos com um elemento representativo desta indústria: uma Beterraba em grande formato.
Nesta nossa jornada (entre muitas das Europeias do Património) acedemos -apenas- às zonas de lavagem e difusão da beterraba. Não nos foi possibilitada a entrada no núcleo museológico onde poderíamos ter compreendido todo o ciclo de produção (depuração do suco, evaporação, cristalização e centrifugação, até a secagem, embalagem, empacotamento e armazenamento do produto). Ainda assim, o exterior deu-nos imenso trabalho. O local é «exigente» e desafiador.

                                



         

   

Embora a fotografia reúna um número inferior, fomos 31 a (a) Riscar -entusiasticamente - aqui nos Açores, obrigada a todos os que apareceram e também à D. Claúdia Pereira (que nos contextualizou e acompanhou mostrando o recinto) pela disponibilidade e simpatia demonstradas!
Aqui deixo os meus desenhos:






    
Não desenhei muito... senti dificuldades diversas e a dor de cabeça não ajudou, deve ter sido do sol. Foi um grande dia, mesmo bom, para acabar com setembro. E agora, espero que todos publiquem  os desenhos que produziram aqui e aqui.

Até para o ano!