Mostrar mensagens com a etiqueta Santo Cristo. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Santo Cristo. Mostrar todas as mensagens

sexta-feira, maio 25, 2018

O Arraial e as Gulodices - Reportagem Stº Cristo 2018 [9 de maio]

Fiz o primeiro registo ao som dos «Filhos da Terra» da Ribeira Chã. Notou-se um decréscimo no número de pessoas a assistir, sinal de que as festas se aproximam do fim.
No Coreto, registei alguns sketchers que estavam comigo a desenhar: José Artur,  Helena Monteiro, Tatiana Sousa e Sandra Medeiros. A sobreposição dos elementos compositivos pretende conferir uma dimensão temporal ao registo.

(Caneta caligráfica, lápis de cor, aguarela, marcador, carimbo e grafite)                                       «in situ»

Arrematação de ofertas - Reportagem Stº Cristo 2018 [7 de maio]


Foi dia de Arrematação de ofertas e pequenos animais domésticos no adro do Santuário. A mesa constituia-se pela  irmandade do SSCM e o cenário foi  de licitação. As ofertas iam chegando de todos os géneros (bolos, pinturas, galinhas, pombos, coelhos, cabras, carroças, fruta, etc..) e sendo apresentadas à multidão que ali estava com o propósito de assistir e participar. Conseguimos ficar no certro das operações (fomos, novamente, muito bem tratados). Estava muito sol e não foi fácil ficar por ali a desenhar durante muito tempo, mas a experiência foi incrível pela forma e pelo conteúdo.
(Caneta caligráfica, lápis de cor, grafite e aguarela )                                                      «in situ»

quinta-feira, maio 24, 2018

Homenagem... | Reportagem Santo Cristo2018 [7 de maio]


Não gosto nada de desenhar automóveis muito menos em movimento. Encarei a tarefa como mais um desafio entre todos aqueles - imprevistos - que ocorrem no desenho in loco. Todos enfeitados, os carros e motas passaram em desfile na frente do convento da Esperança. A zona estava repleta de pessoas a assistir às Homenagens da Polícia de Segurança Pública, dos Bombeiros Voluntários, dos táxis da Associação dos Táxis de S. Miguel e Santa Maria e dos Motociclistas de S. Miguel. Foi rápido e ruidoso, muito ruidoso. Fiz o meu desenho e fomos a correr levar a Celeste e o João ao aeroporto. Já sinto falta da companhia e até daquela «zoeira» que a minha amiga produz, enquanto desenha.
(Caneta caligráfica, lápis de cor, aguarela e grafite)                                                       «in situ»

Depois da procissão - Reportagem Stº Cristo 2018 [6 de maio]


Sentei-me nas escadas do Santuário a observar o espaço. O João V. Dias quis fotografar a iluminação e o José Artur acompanhou-o. A Celeste V. Ferreira sentou-se ao meu lado e começou a desenhar. Senti que devia desenhar aquele momento,  mas  estava exausta e preguiçosamente usei os meus carimbos para sugerir a confusão que nos envolvia. Era tarde, a imagem tinha recolhido pouco tempo antes, havia gente por todo o lado e muitas aparas de madeira misturadas com folhas de criptoméria, pétalas e lixo, muito lixo. Os técnicos da RTP Açores apareceram para desfazer o «aparato» que ali tinham montado, o cansaço estava estampado na cara das pessoas... 
(Caneta caligráfica, Marcador, aguarela, lápis de cor e carimbo)                                                   «in situ»

A procissão | Reportagem Santo Cristo 2018 [6 de maio]

Finalmente, na varanda da Santa Casa da Misericórdia, com uma vista privilegiadíssima sobre todas as ocorrências. Deixo aqui o meu agradecimento ao Sr. José Francisco Silva (Provedor da Santa Casa)  e à dra. Raquel Silva (Diretora Geral)  pela confiança e apoio dado aos Urban Sketchers.
Em Desenho, costumo dizer aos meus alunos que mais vale assumir os erros do que os disfarçar ou insistir neles. Tendo a consciência do erro, seguir em frente (adequando) ou parar a tempo será uma boa opção. Este desenho reflete isso, o meu deslumbramento pela paisagem e a dificuldade em organizar as ideias. Apesar do desfasamento de proporções o registo capta a saída do guião e o início da  procissão...



A procissão do SSCristo dos Milagres realiza-se desde 1700 (ou 1698 ?) na sequência de uma crise sísmica prolongada e «com o intuito de acalmar a ira divina». É considerada uma das maiores manifestações religiosas do País. O cortejo integra uma multidão de devotos, instituições publicas e privadas, associações etc. toda a sociedade, de algum modo, se faz representar e percorre as principais artérias de Ponta Delgada, passando por igrejas e mosteiros leva várias horas a passar. 
No desenho, desta vez, procurei representar a procissão e alguns elementos que a compunham, não me prendi ao lugar...    

(Caneta caligráfica, lápis de cor, aguarela e grafite)                                                   «in situ»

sexta-feira, maio 11, 2018

Missa Campal | Reportagem Santo Cristo 2018 [6 maio]

A missa foi acompanhada pelo coro e orquestra do Conservatório. O Campo estava repleto de pessoas. Eu lá fiquei num cantinho, junto à plataforma da RTP. O Cameraman deixou-me pousar a mochila e os pincíes e isso deu-me maior conforto enquanto desenhava.
A missa foi acompanhada pelo coro e orquestra do Conservatório Regional de Ponta Delgada e juntaram-se meninos de outras ilhas. Tive imensa dificuldade em apanhar a Mestrina - a Professora Ana Paula Andrade - estava imparável.

(Caneta caligráfica, lápis de cor, aguarela e grafite)                                              «in situ»

quinta-feira, maio 10, 2018

Mudança da Imagem | Reportagem Santo Cristo 2018 [5 maio]

Após o Te Deum, fomos (eu e a Celeste) a correr para a Santa Casa da Misericórdia para nos juntarmos a alguns elementos do grupo que lá estavam a desenhar (outros encontravam-se no forte de São Brás e distribuídos pelo Campo). Não tive tempo de chegar à varanda, e abri uma das janelas no vão das escadas (entre pisos) e foi o que captei. Mais tarde apliquei - simbolicamente - alguns verdes.
Depois vim até à entrada do edifício que considero muito bonita e enquanto conversava com o Sérgio Ávila sobre os Açores e projetos (...) desenhei calmamente o espaço. Em último plano coloquei aqueles que passavam na procissão e a Celeste, mais próxima de mim, sentada na escadaria a desenhar. E lá subi a escadaria para aceder à vista magnifica que o sr. Provedor da Santa Casa nos proporcionou. Apenas iniciei um desenho, mas não concluí. Pensei continuá-lo no dia seguinte, na Procissão.

A Mudança da imagem para a igreja de São José deu-se à meia noite. Ainda fui, com a Maura, tentar desenhar durante a Vigília em São José. Seguimos a multidão, assistimos à celebração da eucaristia (sem desenhar) e quando terminou já estávamos muito cansadas e desistimos da ideia inicial.  Fomos para casa descansar para conseguirmos estar aptas para desenhar o dia seguinte. À saída demos de frente com a Carolina Furtado, estava a chegar. Acredito que tenha desenhado alguma coisa e que mostre aqui.

(Caneta caligráfica, lápis de cor, aguarela, marcador acrílico e grafite)                                       «in situ»

Porta Regral e TE DEUM | Reportagem Santo Cristo 2018 [5 maio]

À Porta Regral justapunha-se um tapete -púrpura- de pétalas de rosa. As relações cromáticas pareceram-me perfeitas, com nuances de solenidade e poesia. O verde e a paleta floral quebravam a monocromia do espaço que parecia não ter a dimensão adequada ao número de pessoas que ali se encontravam e que aguardavam expectantes pelo vislumbre da imagem. Fiquei em frente à porta com a Celeste Vaz Ferreira, e como todos os outros, à espera. Desenhámos a envolvência para que conseguíssemos introduzir a imagem quando a porta abrisse. Fiz diversas tentativas frustradas (...) depois, foi tudo muito rápido. Deixei de ver fosse o que fosse, «choveram» sacerdotes e o pátio tornou-se muito pequeno e apertado. Atrapalhei-me e em desespero soltei um: «ai que não vejo nada» que pelos vistos se ouviu. Um Padre desviou-se (gentilmente) cedendo-me temporariamente o seu lugar. Isso permitiu-me sugerir a imagem no andor.

O Te Deum é um hino cristão, usado na liturgia católica, foi cantado com veemência pelo Conservatório Regional de Ponta Delgada.
(Caneta caligráfica, aguarela, lápis de cor, grafite e carimbo)                                                «in situ  

As promessas... [5 maio]





Nesta ocasião o Campo fica com um ambiente pesado e dramático. Muitas pessoas cumprem as suas promessas, andando de joelhos à volta do CAMPO apoiadas em círios ou abraçando-os em esforço.
(Caneta caligráfica, marcador, lápis de cor, carimbo e grafite)                                                         «in situ  

segunda-feira, maio 07, 2018

os Romeiros [5 maio]


O Coro alto da Igreja do Santuário é incrível, os meus desenhos não são reveladores daquele LUGAR misterioso. Naquele dia os Romeiros transbordaram-no de emoção cantando. Tentei - com o tempo que tinha - fixar isso no meu caderno.                                                                           | 5 de maio 2018

(Caneta caligráfica, lápis de cor e grafite)                                                   «in situ  

Acender das Luzes [4 maio]

O acender das luzes é, em São Miguel, pela sua simbologia um momento de grande curiosidade e alegria popular. Em absoluto contraste com a escuridão da noite  o Convento emancipa-se com intensa iluminação. Tinhamos combinado o ponto de encontro no coreto, não foi fácil alcançá-lo. 
Depois as pessoas lá se disperçaram  conseguimos avançar e aos bocadinhos conquistámos o Coreto e lá nos pusemos a desenhar a ambiência na companhia da Banda Triunfo (Banda dos Cães).

(Caneta caligráfica, marcador, lápis de cor, tinta da China e grafite)                                           «in situ  


sexta-feira, maio 04, 2018

Antes do ACENDER DAS LUZES.... [4 maiol]

Antes do ACENDER das luzes tudo se movimenta numa rede intrincada de afazeres, aposto que acendem à hora marcada.
(Caneta caligráfica, lápis de cor, aguarela, marcador e grafite)                                                  «in situ      

As Flores | Reportagem Santo Cristo 2018 [28 ABRIL]

Enquanto aguardávamos pela hora da Conferência de Imprensa para apresentação da Capa da Imagem, fomos desenhando o Claustro do Convento da Esperança. O ambiente de azáfama -apenas pelo ritmo e desfecho das ocorrências- consegue converter a luta contra o tempo em serenidade. Cada pessoa tem a sua função especifica e determinada. Os arranjos vão-se fazendo com as flores que são oferecidas, as que vão chegando integram a «pintura» de modo muito preciso e especial.

(Caneta caligráfica, lápis de cor, aguarela e grafite)                                                      «in situ»



Apresentação da Capa | Reportagem Santo Cristo 2018 [3 maio]


O acesso à conferência de Imprensa para apresentação da capa de Santo Cristo foi restrito, podendo incluir 4 sketchers do grupo que estava presente e assim, enquanto a cerimónia ocorria, deixei-me ficar com os restantes -no silêncio- a tentar captar o espaço e aquele ambiente...

(Caneta caligráfica, lápis de cor, aguarela, carimbo e grafite)                                                            «in situ»

Tríduo | Reportagem Santo Cristo 2018 [2 maio]

O culto e as Festas do Senhor Santo Cristo dos Milagres, em São Miguel, têm um impacto e uma amplitude que ultrapassa a dimensão do lugar. Constituem das maiores manifestações de devoção popular do país e atrai, anualmente, milhares de açorianos e seus descendentes, de todas as ilhas e do exterior. A dimensão profana da festa é outra das camadas desta ocasião e não deixa de se embuir no espírito e na ambiência que o santuário determina.
Foi-nos permitido assistir, no coro alto- ao tríduo preparatório das festas. Nestas cerimónias, todas as partes integram o todo e as vozes são marca indelével de solenidade e unidade.

(Caneta caligráfica, lápis de cor, aguarela e grafite)                                                     «in situ                                                          

quinta-feira, maio 03, 2018

Arrematação 02 | Reportagem Santo Cristo 2018 [28 ABRIL]


Foi a primeira vez que assisti a uma arrematação, os animais são colocados num recinto com a estrutura de um anfiteatro são feitas as licitações. Acontece que algumas pessoas oferecem o animal e voltam a comprá-lo a pretexto de oferecer o dinheiro ao Convento da Esperança.

(Caneta caligráfica, lápis de cor, aguarela e grafite)                                                                    «in situ


Arrematação01 | Reportagem Santo Cristo 2018 [28 ABRIL]


Fomos até Santana, em Rabo de Peixe no recinto da Associação Agrícola e demos início à reportagem gráfica das Festas de Santo Cristo. Os lavradores iam chegando aos poucos com animais - de grande e pequeno porte - que eram, de seguida, «etiquetados» e postos em espera para a licitação. O sentimento é de gratidão, de partilha e devoção ao Santo Cristo e deposita-se nas ofertas que se fazem chegar.

(Caneta caligráfica, lápis de cor, aguarela e grafite)                                                                         «in situ»


                




quinta-feira, abril 26, 2018

Madre Teresa da Anunciada | Repostagem Santo Cristo 2018 [29 ABRIL]

As decorações do convento, avançam rapidamente. Organizei o desenho da esquerda numa tarde em que aproveitei para pôr a conversa em dia. Sentei-me num banco à volta do Campo e fiquei à conversa com a Lúcia e a Helena Monteiro (...) voltei no dia seguinte para continuar o registo.

(Caneta caligráfica, lápis de cor, aguarela, carimbo e grafite)                                                                                     «in situ»

quarta-feira, abril 25, 2018

Preparativos para a festa



O Campo veste-se de luzes, não imagino a quantidade de lâmpadas que fazem parte da indumentária do Convento.

(Caneta caligráfica, lápis de cor, aguarela e grafite)                                                                                       «in situ»

Preparativos para a festa

Fui com os meus alunos desenhar o ambiente do Campo. A preparação da festa o Senhor Santo Cristo dos Milagres revelou-se numa grande azáfama, havia imensa gente a trabalhar na colocação da iluminação e sentia-se a deslocação das vagas de turistas que passeavam pelo Campo de São Francisco e, à vez, entravam na igreja do convento.
No fim da tarde regressei ao local, estava mais calmo e deixei-me por ali a desenhar.

(Caneta caligráfica, lápis de cor, aguarela e grafite)                                                                                               «in situ»