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sábado, outubro 13, 2018

(a)Riscar o Património- Partilhar memórias #2

Depois do almoço «volante» regado com um tinto proporcionado pela família Sá e ao gosto do escritor. Sentámo-nos na escadaria da igreja (em frente à escola onde Daniel, também, foi Professor) a ouvir algumas peripécias que bem catacterizam a personalidade do seu pai. Ali, Daniel de Sá, naquele mesmo local em 1973 fez um discurso empolgado e critico marcando a chegada - tardia - da eletricidade.

Depois, fomos levados pela rua abaixo até que o Rodrigo junto à casa, que foi de seus avós, ofereceu-nos -pela sua voz- A vida do escritor açoriano segundo o próprio Daniel de Sá:
"Dois de Março de 1944. Três horas da manhã, hora da guerra, que pela do povo seriam duas ainda. Uma casinha ao lado de baixo da do meu avô materno. Nasci. Depois fui quase nómada até aos trinta anos. Uma vintena de mudanças de residência, com dois quartéis em Portugal continental e dois seminários em Espanha pelo meio. Estudos divididos por Santa Maria (4ª classe e 4º ano dos Liceus), Ribeira Grande (5º ano), Ponta Delgada (Magistério Primário), Valência (Filosofia e Teologia) e Granada (Teologia). Casamento em 31 de Março de 1974, com a rapariga mais bonita da Maia. Temos duas filhas e um filho. E duas netas e um neto.
Crónicas e artigos de jornal são muito mais que um milhar. Livros, bem contados, dezanove. O que tem feito mais sucesso: Ilha Grande Fechada. Aquele que vários leitores consideram literariamente mais bem conseguido: O Pastor das Casas Mortas. O que talvez fosse o primeiro que eu salvaria de um naufrágio: E Deus Teve Medo de Ser Homem. O que foi escrito com maior sentimento: Santa Maria, a Ilha-Mãe. Aquele que mais agrada ao povo da minha terra: Sobre a Verdade das Coisas. Um capítulo perfeito, segundo as minhas ambições: o último, de Terceira, Terra de Bravos."


Daniel de Sá
(Publicado no Açoriano Oriental de 3 de abril de 2011)

(Aguarela, marcador, grafite e lápis de cor)                                                                      «in situ»

quarta-feira, novembro 25, 2015

segunda-feira, setembro 28, 2015

(a) Riscar o Património | ed.2015 . Ponta Delgada


A Sociedade de Industriais Agrícolas Açorianas, mais conhecida por SINAGA, foi o local escolhido para esta edição do (a) Riscar o Património em São Miguel, nos Açores.

A SINAGA fica localizada na cidade de Ponta Delgada e é actualmente a mais antiga produtora de açúcar, contribuindo, de forma activa, para o crescimento sustentado da economia dos Açores. Surgiu em 1884, altura em que São Miguel atravessava a «crise da laranja», orientando a sua actividade para a batata-doce, como economia alternativa e mais tarde, foi introduzida a uma nova cultura na Região, a beterraba. Da sua raiz extrai-se o açúcar (sacarose).
A fábrica do açúcar é uma industria sazonal, que apenas trabalha de 50 a 80 dias por ano, em regime contínuo de três turnos, durante 24 horas por dia e nesta altura encontra-se «desmantelada», a preparar-se para a próxima época.
À entrada, deparamo-nos com um elemento representativo desta indústria: uma Beterraba em grande formato.
Nesta nossa jornada (entre muitas das Europeias do Património) acedemos -apenas- às zonas de lavagem e difusão da beterraba. Não nos foi possibilitada a entrada no núcleo museológico onde poderíamos ter compreendido todo o ciclo de produção (depuração do suco, evaporação, cristalização e centrifugação, até a secagem, embalagem, empacotamento e armazenamento do produto). Ainda assim, o exterior deu-nos imenso trabalho. O local é «exigente» e desafiador.

                                



         

   

Embora a fotografia reúna um número inferior, fomos 31 a (a) Riscar -entusiasticamente - aqui nos Açores, obrigada a todos os que apareceram e também à D. Claúdia Pereira (que nos contextualizou e acompanhou mostrando o recinto) pela disponibilidade e simpatia demonstradas!
Aqui deixo os meus desenhos:






    
Não desenhei muito... senti dificuldades diversas e a dor de cabeça não ajudou, deve ter sido do sol. Foi um grande dia, mesmo bom, para acabar com setembro. E agora, espero que todos publiquem  os desenhos que produziram aqui e aqui.

Até para o ano!

terça-feira, junho 16, 2015

um caderno especial... (j)

Numa reunião «chata» mas obrigatória sobre procedimentos pelos professores responsáveis pelas vigilâncias e coadjuvâncias das provas e exames 2015... aproveitei para testar o comportamento da minhas canetas de aguarela.

(Caneta caligráfica, posca, lápis de cor e water colour marker)       
E cheguei ao fim. Esta possibilidade de expor o caderno de uma só vez é muito interessante e leva-me a pensar noutras relações. O próximo caderno será como este, já tenho umas ideias... obrigada HFM por esta partilha que tanto prazer me trouxe.
(Pilot G-tec-C4, ecoline, posca, aguarela, lápis de cor e water colour marker)                                                                                 | «in situ» |

segunda-feira, junho 15, 2015

um caderno especial...(i)

Experiências com umas canetas de aguarela e caneta caligráfica...
(Caneta caligráfica, ecoline, e water colour marker)                                                                                                                      | «in situ» |

domingo, junho 14, 2015

um caderno especial...(h)

Resolvi fazer a Rota do Chá e fui até à fabrica da Gorreana. Já lá não ía há algum tempo e gostei de ver algumas das alterações e o arranjo que se fez na zona da cafetaria que tem uma vista desafogada sobre a plantação e nos leva até à costa....


(Pilot G-tec-C4, ecoline e lápis de cor)                                                                                                                                       | «in situ» |


sexta-feira, junho 12, 2015

Um cadernos especial...(g)


Não resisto à tentação... o caderno aberto... estou «encantada» com esta agradável descoberta.
(Pilot G-tec-C4, aguarela e Posca )                                                                                                                                       | «in situ» |

quinta-feira, junho 11, 2015

Um cadernos especial...(f)

Fui aos ctt levantar uma encomenda. Estava muita gente só que desta vez isso não me aborreceu mesmo nada...
Os últimos dias do arraial, em Ponta Delgada, fazem-se nas tasquinhas que se concentram na zona do Forte de são Brás. Dão vida à cidade.

(Pilot G-tec-C4  aguarela e Posca)                                                                                                                                       | «in situ» |

quarta-feira, junho 10, 2015

Um cadernos especial...(e)


Os dias têm sido preenchidos ...
(Pilot G-tec-C4  aguarela e Posca)                                                                                                                                       | «in situ» |

terça-feira, junho 09, 2015

Um caderno especial...(d)


Os dias têm sido preenchidos... entre todas as rotinas do dia a dia conseguimos assistir ao espetáculo do Paulo de Carvalho no Coliseu. Veio cá, a convite da orquestra ligeira de Ponta Delgada, comemorar o 98º aniversário do Coliseu. Fez-se acompanhar pelo Victor Zamora (piano) e pelo Miguel Abrantes (técnico de som), tudo gente simpática e acessível.
O Paulo mostrou, uma vez mais, que com a sua experiência consegue dar a volta às situações mais adversas... muito bom!
(Pilot G-tec-C4  aguarela e Posca)                                                                                                                                               | «in situ» |

sábado, abril 25, 2015

Encontro 8_ USK P Açores (#4)

Estavam alguns dos barcos em terra com nomes sui generis e de cariz relogioso que ritmavam o caís. As redes e boias -pintando- ajudaram a organizar e a compor.
E foi assim o nosso  8º encontro, acabei ali no Portinho da Caloura virada para o horizonte (agora sem ataques e sem piratas).  Entretanto foram-se embora muitas pessoas e apenas algumas regressaram para a fotografia de grupo e partilha de desenhos. Da próxima vez temos de combinar melhor o ponto de encontro.
 A fotografia é de Manuela Macedo que por ali esteve pacientemente à nossa espera..

(Pilot G-tec-C4 e aguarela, grafite e lápis de cor)                                                                                                                 | «in situ» |

Encontro 8_ USK P Açores (#3)


A caminho, distraí-me com os volumes que se salientavam na paisagem. Uma «pequena casa» em aço Corten, muito polémica (pela implantação) mas, na minha opinião, muito interessante pela expressão conseguida resultante da relação estabelecida entre os materiais e a forma naquele «parapeito» que a natureza ofereceu. Julgo que o projeto  da casa enferrujada é do Arquiteto luís Almeida Sousa.

(Pilot G-tec-C4 e aguarela, grafite e lápis de cor)                                                                                                                  | «in situ» |

sexta-feira, abril 24, 2015

USKP Açores_ Encontro 8 (#2)

No Centro cultural da Caloura, fomos recebidos pelo Pintor Tomaz Borba Vieira. É uma simpatia e um excelente conversador, a corresponder à ideia que dele fazia. Tentei desenhar mas optei por lhe seguir as palavras e as coisas que o espaço me oferecia. Nunca ali tinha estado e fiquei surpreendida com a coleção que é vasta e interessante, iniciou-a muito cedo...  «podia ter-me vestido melhor mas, dicidi gastar dinheiro nestas coisas...» disse-o em frente a um Canto da Maia... uma das peças da sua coleção e da atual fundação.
A exposição que não se apresenta numa lógica cronológica e faz da linha nas suas diferentes aplicações e dimensões (enquanto elemento gráfico e expressivo ou construtivo) o elemento de ligação entre os diversos trabalhos...


Tentei apanhar Tomaz -o professor- rodeado de gente foi contando histórias e explicando o que ali estava... tinhamos o tempo contado, foi uma pena não termos prolongado a nossa estada.
Enquanto uns seguiram para a Ermida de São Pedro Gonçalo Telmo nós fomos ao Portinho, ainda não tinha lá estado, além disso estavamos com o António e a ermida era distante...

(Pilot G-tec-C4 e aguarela, grafite e lápis de cor)                                                                                                                 | «in situ» |