segunda-feira, maio 22, 2017

22º Encontro USkP Açores #06

Objetos construídos com a raiz do dragoeiro. Desconhecia esta possibilidade.



E foi um dia em cheio, com muitos desenhos. Duas ou três pessoas sairam antes da fotografia de grupo, foi pena...

(Caneta caligráfica e Lápis de cor)                                                                                                                       «in situ»

domingo, maio 21, 2017

22º Encontro USkP Açores #05



A pequena casa Museu tem uma falsa (sotão de pé-direito baixo) cheia de arcas «vindas da américa» e com espaço para cama de hóspedes.

(continua)

Caneta caligráfica, Lápis de cor, marcador e grafite                                                           «in situ

sexta-feira, maio 19, 2017

22º Encontro USkP Açores #04



Na Casa Museu Maria dos Anjos Melo achei muito interessantes as mosqueiras de papel penduradas como se fossem abajures ou candeeiros. Esta casa foi doada à igreja pela própria dona, e constitui um exemplo da casa tipica da ruralidade local.

(CONTINUA)

Lápis de cor, marcador de aguarela e grafite                                                                                     «in situ»

quinta-feira, maio 18, 2017

22º Encontro USkP Açores #03


No retábulo estão representados símbolos da criação (cruz, serpente, hera...) e manifestações de Deus em aliança com o homem (arco- íris, nuvem, candelabro de sete velas).Também estão representadas figuras bíblicas como o velho Simeão e a profetiza Ana, imagens de esperança na Salvação do Povo de Deus.
Este desenho  fi-lo no sitio, mas acabei em casa a última camada, salpicada, em tons de azul, simulando os mosaicos.

(Caneta caligráfica, Lápis de cor, marcador, carimbo e grafite)                                                      «in situ»


quarta-feira, maio 17, 2017

22º Encontro USkP Açores #02



A igreja de São José na Ribeira Chã destaca-se na freguesia, é modernista e o projeto  de Eduardo Read Teixeira (responsável, também, pelo edifício do tribunal de Ponta Delgada).  Foi inaugurada a 1 de maio de 1967 e a comunidade (com 400 habitantes) gostaria de a ver classificada. No interior, está revestida de mosaico cerâmico. O retábulo do altar(147m2) e as 14 estações da via sacra são autoria do artista e professor Tomaz Borba Vieira e a porta do sacrário - em prata - foi fundida pelo escultor Alvaro França. Todas as pessoas colaboraram na construção deste equipamento e deram dinheiro o que provocou uma interação entre os habitantes e o pintor que acabou por dar um caracter comunitário à obra.
Em casa retoquei os azuis, numa última camada, para acentuar os mosaicos.

(continua)

(Caneta caligráfica, Lápis de cor, marcador, aguarela e grafite)                                                             «in situ»

segunda-feira, maio 15, 2017

22º Encontro USkP Açores #01


O encontro na Ribeira Chã fez-se acompanhar de muita chuva, mas como iniciámos no núcleo museológico e de Arte sacra mantivemo-nos abrigados e entretidos com o altar-mor, sacrário, e diversos objetos da sacristia  da primitiva igreja (1853-1965) daquela localidade.
A vela do segundo desenho - a contar de baixo - foi feita pelo António Cabral, combinámos fazê-lo a dois.
(Continua)

(Caneta caligráfica, Lápis de cor, marcador, aguarela e grafite)                                                      «in situ»


O Conservatório sai à rua 2ªed

Aproveitámos uma aberta e lá fomos (os três) dar a nossa voltinha higiénica de fim em bicicleta. De regresso a casa passámos no Campo de São Francisco e deparámo-nos com o coreto atolado de instrumentos e de pequenada... preparavam-se para atuar. Encostámos as bicicletas, sentámo-nos no cadeiral e ali ficámos um bom bocado a ouvir a orquestra regida pelo Amâncio Cabral. Aproveitei para registar esta bela iniciativa do Conservatório Regional de Ponta Delgada.

(Caneta caligráfica, marcador aguarelável e carimbo)                                                                                                        «in situ»

Ribeira Chã


A preparar uma ida à Ribeira Chã...

(Caneta caligráfica e carimbo)                                                                                                     «in situ»

domingo, maio 07, 2017

21º Encontro USkP Açores

O nosso 21º encontro fez-se em parceria com a Associação Amigos dos Açores. Foi a Verónica Melo que nos guiou até à janela do inferno (na Rota da água) na zona da Lagoa. O passeio foi sereno e muito simpático. Os primeiros desenhos (na janela) foram arrancados a custo, tanta vegetação, tantas infestantes... tive dificuldade em organizar as ideias e em ser seletiva.

Sentámo-nos a desenhar a dita janela do inferno, não percebi porque o local se chama assim. Não creio que aquela abertura na rocha (lá no alto) tenha ligação ao inferno... de regresso,  nesta rota circular, passámos por túneis e aquedutos e num deles sentámo-nos a desenhar.


No meu último desenho do encontro resolvi não desenhar as pessoas que por ali estavam e destacar o lugar que era calmo e fresco... 

(Caneta caligráfica, carimbo e marcador aguarelável)                          «in situ»

quarta-feira, maio 03, 2017

de avião em avião...




Regressar aos Açores exige muitas horas, andar de avião em avião, esperar... esperar. Consegui no regresso (com paragem em Lisboa) espreitar o maat. Para que não ser chata e não fazer esperar por mim, não o desenhei, mas tive pena. 
Ahhh, que saudades de casa!

(Caneta caligráfica, carimbo e lápis de cor)                                                                                                                           |«in situ»|