quarta-feira, março 29, 2017

IV ed. CONCERTOS Ponta Delgada


Ontem no auditório de Conservatório Regional de Ponta Delgada. A Youngclass foi muito interessante e acessível à plateia que no final colocou imensas questões sobre o cravo/ piano, violoncelo/viola da gamba.

(Caneta calibrada/ fina, marcador de aguarela e datador)                                                                                                               |«in situ»|

Lá fora

Comprova-se: águas mil... e Abril anuncia-se desenvergonhadamente!

(Caneta calibrada/ fina, marcador de aguarela e datador)                                                                  |«in situ»|

segunda-feira, março 27, 2017

Cozido nas Furnas

Certamente que todos ouviram falar do cozido das Furnas... para mim,  o cozido nas Furnas é bem melhor e é para quem o sabe fazer. Tenho a sorte de conhecer quem saiba e de ter amigos que se levantam muito cedo para  colocar a panela (ensacada) em chão Furnense. O cozido faz-se ao vapor e durante horas - umas cinco ou seis - fica a destilar dentro do buraco «abafado». Há sempre alguém simpático que me faz a vontade de colocar uma farinheira juntamente com a morcela e chouriço que, tradicionalmente, compõe o panelão e que dão gosto à galinha, porco e vaca e tornam a couve lombarda, as cenouras, o inhame, as batatas e o arroz muito sucolentos. O cozido, é uma coisa de família, no preparo e na sua degustação, é um pretexto de reunião. Mesmo em dias de chuva as Furnas conseguem propiciar grandes pic-nics em zonas públicas e resguardadas.

(Caneta calibrada/fina, marcador de aguarela, aguarela e lápis de cor)                                                |«in situ»|

sábado, março 25, 2017

O meu flho António

Hoje em dia desenho mais vezes o meu filho do que o fotografo...

(Caneta calibrada/ fina, marcador de aguarela e datador)                                                                                   |«in situ»|

quinta-feira, março 23, 2017

Caderno novo...

Tenho mil e uma coisas na algibeira...

(Esferográfica, caneta calibrada/fina, marcador de aguarela, aguarela e grafite)                                                |«in situ»|

quarta-feira, março 22, 2017

Deambulação

Enquanto esperava que o meu filho acabasse de fazer os trabalhos de casa e de brincar com a Avó, deambulei com o olhar e concluí mais um dos meus caderninhos.


(Esferográfica, lápis de cor, marcador de aguarela e datador)                                                                                          |«in situ»|

terça-feira, março 21, 2017

ao sol



Quando o céu fica azul (sem nuvens) e a luz nos enche a alma, apetece sair da «casca» e por os «pauzinhos» ao sol.
Ao fundo vê-se o edifício da Segurança Social ladeado pelos guindastes da Escola B.I. Canto da Maia que atualmente está a ser intervencionada...

(Esferográfica, lápis de cor e datador)                                                                                                              |«in situ»|

segunda-feira, março 20, 2017

Largo Mártires da Pátria

Assim que recebi o convite para a exposição ANIMALIA VEGETALIA do Pintor Urbano que o colei no meu caderninho, por algum motivo, hoje percebi que o busto de Antero de Quental podia mergulhar na mancha pré-existente... e fui ao seu alcance, encontrei-o distante da asáfama semanal e fixei-o pensativo.

(Esferográfica, marcador acrílico e lápis de cor)                                                                                                            |«in situ»|

sábado, março 18, 2017

Urbansketchers PORTUGAL | Zest

Viemos no DN, estou curiosa com o livro com desenhos de todo o País. Tenho lá um, embora não seja o meu preferido nem perceba muito bem qual o critério de escolha... fico contente por ter participado.
O desenho escolhido foi feito nos Quatro Plátanos, um restaurante em Santo António Além Capelas, não é um local onde vá muitas vezes, mas naquele dia a panorâmica era absorvente e muito ampla. Conseguia ver para lá da ponta da Ribeira Grande. Não gosto de não ter pessoas nestes desenhos....é por esse motivo, talvez seja, que não tenho preferência por ele. 

Desenhando(o)

Tudo o que tem explicação, explica-se, mas o que não tem... é assim, ocorre simplesmente. O desenho, para mim,  acontece por vício ou obsessão, muitas vezes os acidentes potenciam a exploração expressiva de elementos gráficos, formais ou do ambiente. As páginas que me «prendem» têm sempre uma certa tensão, julgo qué é isso que procuro, mas não sei ao certo!

(Caneta caligráfica, marcador acrílico e carimbo)                                                                                                                 |«in situ»|