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quinta-feira, julho 14, 2016

Quotidiano


,Ultimamente desenho o meu filho mais do que o fotográfo e gosto de fazê-lo nos mais variados momentos...dos 
(Artline 200 Fine 0.4  e Pilot G-tec-C4 sobre Ebru)                                                                                                               |«in situ»|

sábado, junho 25, 2016

«vivó verão»

Nada como o verão para nos fazer tirar partido do dia. No desenho faço um registo de algumas das paragens que fiz durante no meu passeio de bicicleta. 
(Graph'it shake, posca, liquitex paint markerl sobre ebru)                                                                                                                  |«in situ»|

domingo, maio 15, 2016

Casa Amora | Lisboa



Adorei...

(uni Posca, Graph'it shake e deleter Neopiko-Line 2_ 0,03 sobre Ebru)                                                                                             |«in situ»|


terça-feira, maio 10, 2016

Consegui...

Vejo mal ao perto sem óculos e a vergonha condiciona-me sempre um pouco, mas consegui, consegui... Sempre quis fazer isto, desenhar-me na cabeleireira em frente ao espelho. Foi quase às «cegas», nota-se, mas fiquei contente.

(Artline 200 Fine 0.4  e Pilot G-tec-C4 sobre Ebru)                                                                                                                              |«in situ»|

segunda-feira, maio 02, 2016

Festa do Senhor Santo Cristo dos Milagres

1º dia.
A festa do Senhor Santo Cristo dos Milagres - religiosa e pagã - apela para uma participação coletiva e genérica, toda a sociedade se envolve ou participa de alguma forma. São três dias de vivência e alvoroço intenso e no dia anterior à procissão dá-se a mudança da imagem do coro baixo (onde permanece todo o ano) para o altar da igreja de Nossa Senhora da Esperança. Esta mudança expõe o andor a toda a praça, sendo o momento de fervor e entusiasmo. Não só a praça se enche de pessoas e militares como a Força Aérea se mostra em voo rasante e a Marinha com disparos da corveta. Ponta Delgada vibra de emoção. Como não consegui atravessar o Campo de São Francisco sentei-me no Cais da Sardinha e dali avistei a corveta e o avião que se juntaram à festa. Tenho pena de não ter gravado o som cuja presença se marca de forma impetuosa ou arrebatadora. Amanhã, 1 de Maio, é dia de procissão, dia do trabalhador, dia da Mãe e também dia de aniversário do meu filhote... é claro que já lhe está prometida a voltinha nos carrinhos de choque e a jogatana nos matraquilhos, se conseguirmos chegar até lá.

2º dia.
É domingo, dia da Procissão do Senhor Santo Cristo dos Milagres, a cidade de Ponta Delgada tem muita gente que vem de fora: turistas, imigrantes e emigrantes para assistirem à procissão e participarem na festa. A imagem é colocada no altar e está próxima de todos aqueles que a querem ver e fotografar. As "selfies" são muitas e um sinal dos tempos. Encostei-me a um canto e tentei ser breve enquanto isso o meu filho aguardava (ansioso) para dar inicio à sua festa no recinto do coral de São José.

Consta que em 1700, a ilha de São Miguel foi abalada por fortes e repetidos tremores de terra. Duravam estes há já vários dias, quando as pessoas se juntaram e levaram, em procissão, a imagem do Senhor Santo Cristo dos Milagres. Caminharam  todos descalços e assim que a venerada imagem se aproximou da rua, a ira divina amainou. Durante a manhã as ruas - por onde passa o andor - preparam-se e revestem-se de tapetes florais (pétalas e aparas de madeira tingida) fantásticos na cor, nos padrões e no aroma. É fascinante a forma como as pessoas se organizam e «pintam» a cidade. Hoje em dia pede-se para que as pessoas não caminhem descalças ou de joelhos mas ainda existe muita gente que paga as suas promessas dessa forma «autoflagelante». Enquanto a cidade se veste de cores algumas as pessoas vão chegando, de cadeira ou banco debaixo do braço, escolhem (mas cedo) e apropriam-se do lugar onde querem assistir à passagem da figura. Deixam-se ficar pacientemente...têm ainda muitas horas pela frente.


No Campo concentra-se um mar de gente à espera de integrar o inicio da procissão e também muitas pessoas se juntam apenas para assistir. O percurso da imagem não sendo muito grande leva horas a fazer-se. Os homens de opa vermelha que transportam o andor 
fazem parte da irmandade. A integração na procissão é absolutamente hierarquizada, pré determinada e de manifesta aceitação popular. Depois da figura passar (carregada apenas por alguns) vêm as mulheres em número infinito (vestidas, maioritariamente, de preto,  de seguida, as instituições sociais
instituições socais e governamentais. A ilha mostra-se e parece  não faltar ninguém na «passerelle»... os últimos são os Bombeiros Voluntários. O andor é pesadíssimo e quando regressa ao ponto de partida já o sol desapareceu faz algum tempo. As pessoas vão desmobilizando e vão ao encontro da família e/ou amigos que por ali se encontram para jantar nas barraquinhas com comes e bebes. Os toldos da feira com venda de artigos diversos (doçaria, roupa, artesanato e quinquilharias...) permanecem abertos e ao serviço de todos... 
3º dia.
O terceiro dia da festa (o dia seguinte à procissão) é feriado. Começam por fazer-se as «arrematações» de gado e depois usufrui-se de toda a infraestrutura montada para o evento. Este ano a iluminação é prolongada (até o próximo fim de semana) acompanhando o encerramento das «barraquinhas» e... para o ano há mais! 

(Artline 200 Fine 0,4, Artline Multipen 1,0 e aguarela)                                                                                                                  «in situ» |



segunda-feira, abril 25, 2016

à espera...



Enquanto a aula de natação do António acontecia aguardámos no bar do Hotel...

(Pilot G-tec-C4, marcadores windsor & Newton,  Amsterdam e  Derwent Graphik line maker 0.05)                                                |«in situ»|

domingo, abril 17, 2016

Chatices...


Isto de ser burocrata é uma grande chatice, o que gosto mesmo (no ensino) é de estar com os alunos e fazer coisas com eles, desafiá-los e criar condições para que possam agir criativamente... o resto, tudo o resto diz-me muito pouco, cada vez menos!

(Pilot G-tec-C4, marcadores Amsterdam e Giotto decor materiais sobre Ebru)                                                                                  | «in situ» |