Mostrar mensagens com a etiqueta Vila Franca do Campo. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Vila Franca do Campo. Mostrar todas as mensagens
domingo, dezembro 06, 2020
Senhora da Paz
Em Vila Franca do Campo enquanto esperava por umas madeiras numa serragem, percorri com o olhar a paisagem e tal foi o meu espanto quando -no alto- toquei a Senhora da Paz.
domingo, maio 12, 2019
Vila Franca do Campo

A pretexto de experimentar a minha caneta, ponta de pincel zebra (substituta da que me ofereceram no simpósio usk no Porto) que vem a ser um belo e apaixonante marcador Japonês, fui até Água d'Alto e enquanto o meu filho me convencia para uma jogatana de futebol na praia, aproveitei para registar o momento. Depois demos um salto a Vila Franca do Campo para o «Bevita» sabatino. A Vila estava em festa, mas fixei-me no jardim em frente à Câmara... voltarei para desenhar as Magnólias.
segunda-feira, abril 01, 2019
Dia Internacional dos Centros Históricos
O Dia Internacional dos Centros Históricos comemorou-se em Vila Franca do Campo com osUrban Sketchers Açores debaixo de chuva, não esteve nada agradável, mas melhores dias virão. Tive pena, diversos desenhos que iniciei a aguarela... desfizeram-se com a água, retoquei alguns posteriormente.
Desci até à Ermida de Santa Catarina, no Largo do Infante, estava aberta e abriguei-me. Da porta da ermida desenhei a rua, à esquerda avistava o Ilheu (aquele corpo de terra -magnifico- que parece flutuante) e à direita ainda conseguia ver a torre da Câmara Municipal. Depois virei-me para dentro e desenhei - por sobreposição - as senhoras que ali estavam cantando o terço, como se se dirigissem ao mar. Embora o tempo se apresentasse pouco colaborativo, o grupo esteve muito composto e não desistiu.(Tinta caligráfica, aguarela, lápis de cor e marcador) «insitu»
sábado, fevereiro 16, 2019
segunda-feira, abril 03, 2017
Desenhar é divertido...
Depois do 20º encontro em Sant'Ana e enquanto esperava que o meu filho saísse de uma atividade relacionada com invenções, fui até Vila Franca do Campo, onde me esperava o "quiosque dos bevita" plantado no jardim contíguo ao edifício da Câmara Municipal. Comecei o meu desenho do largo, incluindo a escadaria da igreja Matriz (ali ao lado), mas não correu bem e resolvi mudar a orientação da página e atacá-la novamente. Hoje, enquanto escolhia um desenho e me preparava para o publicar, pensei que em 2014 quando uma comitiva dos USkP constituida pelo Eduardo Salavisa, Mário Linhares e Ketta (grávida do Matias) veio aos Açores para implementar a prática do desenho em caderno, fiquei radiante. Recordo que levei os meus alunos a participar no primeiro evento aqui em São Miguel (...) e acompanhei-os. Considerei fundamental dar- lhes o exemplo e isso foi desafiante. Muito mesmo. Desde então que me imponho ao desenho diário e quando não consigo fazê-lo sinto que se instala uma espécie de reclamação interior que me faz compensar as falhas da autodisciplina na oportunidade seguinte. Desenhar assim - no local e com outras pessoas - obrigou-me a «abrir o caderno», a mostrar fragilidades e lidar com elas, fez-me explorar despreocupadamente. Como sou professora, sinto - agora- alguma legitimidade para desafiar os meus alunos porque, do mesmo modo e com eles, confronto-me (diariamente) com dificuldades de olhar e desafios de registo que tenho de encarar e resolver. A Procura é uma constante e uma necessidade e nunca pensei que isto pudesse ser tão viciante e divertido!!! (Caneta caligráfica, marcador acrílico e tinta) |«in situ»| |
Subscrever:
Mensagens
(
Atom
)









