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terça-feira, maio 21, 2019

Praia da Viola

São Miguel está diferente, ao fim de semana apetece fugir ao « formigueiro»... há muito que não ia à praia da Viola e que bem que se esteve ali, a Maia encanta. O meu pequeno «Castor» divertiu-se à grande a construir pontes e diques junto ao mar.

(Lápis de cor, caneta califráfica, grafite e aguarela)                                                                                                                                       «insitu»

sexta-feira, outubro 12, 2018

(a)Riscar o Património- Partilhar memórias #1

A 5ª Edição do (a)Riscar o património foi na Maia, uma freguesia do Conselho da Ribeira Grande, onde viveu Daniel de Sá, o escritor Micaelense. No nº8 da Rua dos Foros situa-se aquela que foi a sua habitação, que acolheu e tertúliou a obra e a vida do escritor.
Daniel de Sá «Era um escritor do seu povo, como uma vez ouvi Clara Ferreira Alves dizer de José Cardoso Pires. Pires era - ou tornara-se - de Lisboa e escrevia em primeiro lugar sobre a Lisboa (e o Portugal, continental) que conhecia. Sá era açoriano, de uma freguesia rural, e um dos seus romances mais conhecidos é "Ilha Grande Fechada", história de um homem que dá a volta à São Miguel numa romaria e que é todo um tratado ficcional sobre uma determinada geração de açorianos, na sua relação com a religião e a religiosidade, o "outro lado" - neste caso, o Canadá -, a guerra colonial, a relação com a pátria. Não falta também a esse romance uma crónica de costumes sobre a desigualdade social, o conservadorismo da terra e a cusquice das comadres, típica dos meios pequenos, ainda mais pequenos pelo isolamento. E é um contributo literário,  feito com agudeza e sensibilidade, para a pesquisa do que é ser humano - nas suas sombras, tentações e possibilidades.»

Acompanhados pelo filho e neto, deambulámos pela Maia - entre a casa, a escola e o calhau - a desenhar e usufruindo das memórias que o Rodrigo de Sá tão gentilmente nos ofereceu.





A casa que também testemunha os livros que ali se escreveram abriu-se aos Urbansketchers Açores e, para nós, pousou serena. Atualmente aquelas paredes «vão morrendo em sossego»(1) e é pena que não se abra «museologicamente» ao público.       (1) Daniel de Sá

(Aguarela, marcador, grafite e lápis de cor)                                                                   «in situ»

segunda-feira, setembro 05, 2016

17º Encontro USK PORTUGAL Açores | Santa Maria #02

Dia 27de Agosto | 9:30
Descobrir as encostas da Maia


Alguns contratempos fizeram-me chegar à Maia um pouco mais tarde... quando apareci já estavam por lá os USk de São Miguel a desenhar com os Marienses.
«A Maia é uma pitoresca freguesia situada na maravilhosa costa Sudeste da fantástica Ilha de Santa Maria, Arquipélago dos Açores. 


(Encosta da Maia)                                           (Cascata do Lugar do Aveiro)
Calma e muito bonita, a Maia localiza-se numa área de grande beleza natural, no sopé de uma falésia que forma uma aprazível baía, classificada como Reserva.
        (Baia da Maia com o Farol no topo da Falésia)

Esta pequena baía forma também uma muito apreciada piscina natural, muito apreciada por todos aqueles que por ela se deixam abraçar.


Vale a pena conhecer as suas ruas calmas, apreciar as encostas escarpadas sabiamente cultivadas - em socalcos - para aproveitar o melhor que este fértil solo tem para oferecer, aliado à força e beleza do vasto Oceano Atlântico.»

Dia 27de Agosto | 18:30
Desenhar com música | JAM SESSION no Espaço em Cena 


Depois da sessão sobre desenho em cadernos e Urbansketching na biblioteca municipal de Vila do Porto fomos até ao Espaço em Cena para uma Jam Session... mal cosegui desenhar... tenho pena, tentei apanhar a Isabel Mesquita em ação, gostava de lhe ter oferecido um desenho  decente pela simpatia e pela capacidade de improviso que nos ofereceu. 
Cheguei ao fim do dia e abri o caderninho que a Helena Monteiro me ofereceu e onde fui registando a viagem: 
amanhã há mais...

(Graph'it shake, Graph'it fine Liner, lápis de cor e aguarela)                                                                                                               |«in situ»|