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| O nosso 16ºencontro foi interessante e esteve bem «povoado» (embora a fotografia não registe todas as presenças). Para já, tivemos muita sorte com o tempo... abriu uma janela temporal (digo eu) que nos permitiu realizar - a seco - a maior parte do encontro e nos fez acreditar que a manhã de sábado foi proveitosa. Conjugámos a visita da Helena Monteiro a São Miguel com a nossa vontade de desenhar em conjunto. No jardim António Borges a Helena contou-nos um pouco da história da formação do grupo USK nacional e mostrou os seus cadernos. Falou de «truques» e de estratégias para dar a volta a algumas «fragilidades» e defendeu - no desenho - a importância do processo em prol do resultado final, incitando para a liberdade e vontade de desenhar. |
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terça-feira, junho 07, 2016
Encontro 16 USKaz SMiguel | Desenhar com Helena Monteiro
quinta-feira, junho 18, 2015
«A vida é curta...» | 9º Encontro USK Açores- São Miguel
O tempo não ajudou nada, demos por nós a desenhar debaixo de chuva. Se não fosse o discurso envolvente e motivador do nosso guia, não teríamos continuado por ali em diante...
A flor que está talhada na pedra é da família das Amaranthaceae e em Portugal é preferida para adornar túmulos. Recebeu o nome de perpétua pelo fato de não murchar com facilidade. Como são frequentes em cemitérios, acabaram consideradas símbolo da tristeza...
E fim, fica uma sensação aprazivel do sossego e frescura deste local onde a saudade é perpétua e a Perpétua é saudade!!
(Derwent Graphhik line maker 0.05, Windsor & Newton Water colour Marker, Faber-Castel PITT artist pen White 101*** a) | «in situ» |
quarta-feira, junho 17, 2015
«A vida é curta...» | 9º Encontro USK Açores - São Miguel
O 9º Encontro de USKP Açores - São Miguel foi no Domingo (dia 7 de Junho) no Cemitério de São Joaquim em Ponta Delgada. O Prof. Francisco Queiroz guiou a visita contextualizando os elementos no espírito da época e no espaço. «O cemitério é feito pelos vivos» que fazem -em cada jazigo- um registo e apelo à «saudade» individual e/ou coletiva.
É fantástica e riquíssima a simbologia existente nas campas... perceber isso, propõe uma melhor compreensão da época e do modo de encarar a morte.
«o homem romântico apreciava a arte, a beleza». O cemitério veiculou uma simbologia vasta que lhe conferiu uma vertente educativa e pedagógica.
Por curiosidade, encontrei o túmulo de Anthero de Quental, feito de lioz. É um tipo raro de calcário que ocorre em Portugal Continental e à primeira vista parece mármore mas não tem brilho. Longe da tradição Britânica esta sepultura cerca-se de um gradeamento em ferro fundido.


A Arte tumular está cheia de subtilezas, de hierarquias e riqueza (nos materiais, nas formas e na simbologia).
Foi com entusiasmo que o Professor Francisco Queiroz nos guiou. Tudo tem o seu interesse e nada parece estar ocasional...
(e entretanto servi-me de uma folha previamente utilizada por alguém e que estava prestes a ir para o lixo. Dobrei-a conforme aprendi com a HFM e deixei-me levar pelas manchas, pelas linhas e pelos materiais).
(Derwent Graphhik line maker 0.05, Windsor & Newton Water colour Marker, Faber-Castel PITT artist pen White 101*** a) | «in situ» |
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